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  Reunião de  30 de Abril de 2005  
 

 
 

“Pontes da amizade”

 
 

O movimento Rotário é composto por um milhão e duzentos mil pessoas espalhados por todo o mundo, com alguns denominadores comuns; profissionais com sentido ético, solidários, amantes da paz, sentido de servir, confiantes de um mundo melhor. Esta hegemonia da forma de estar, potência as acções que Rotary International implementa. Essa consolidação é obtida pelos intercâmbios entre clubes, que cimenta o companheirismo que irá reforçar Rotary.

Rotary Club de Guimarães, para além dos clubes nacionais, tem dois clubes contacto, um Itália o de Viterbo e outro em França o de Jonzac.

Neste último fim de semana recebemos o clube de Jonzac, cidade próxima de Bordéus.

Esta relação foi iniciada em 1958, por dois amigos António Faria Martins e André Guibert, que estabeleceram a geminação dos dois clubes. Estes contactos têm-se mantido de uma forma regular, de dois em dois anos, ora cá ora lá.

A região de Jonzac, é uma região fortemente vinícola, daí que muitos dos companheiros ou sejam produtores ou ligados a esta actividade.

Estes intercâmbios são momentos de companheirismo importantes e gratificantes, mas servem também para lançar projectos conjuntos de solidariedade ou serviços à comunidade.

O nosso clube afilhado, Rotary Club de Caldas das Taipas, também tem um clube contacto naquela região, Nord-Blayais, daí que se juntaram na recepção, que em conjunto fizemos aos dois clubes, de 29 a 1 de Maio.

Esta amizade dos nossos clubes é mais que afinidade e envolve mais que afeição. As exigências da amizade, franqueza, sinceridade, aceitar com a mesma seriedade, críticas e elogios, lealdade incondicional, são estímulos poderosos para o amadurecimento moral e enobrecimento.

A amizade genuína requer tempo, esforço e trabalho para ser mantida. Por isso devo referir que esta enorme amizade que ligam os nossos clubes se deve muito a dois extraordinários companheiros, Gabriel Faria Martins e Duarte Bicho. Companheiros que com a sua humildade e esforço deram-nos um exemplo extraordinário de “ Dar de si antes de pensar em si”.

Plantou-se uma arvore da amizade, um carvalho francês que trouxeram, junto ao monumento de Rotary na Praceta Rotary Club de Guimarães, ali junto à Universidade, a árvore da amizade, foi um acto simbólico que ilustra bem a firmeza das nossas amizades.

Mostramos uma vez mais a hospitalidade dos portugueses, procuramos retribuir a simpatia com que sempre lá temos sido recebidos.

Creio que poderei referir que este evento foi um verdadeiro hino à amizade entre os povos e à Paz mundial.

                                                                                                                                            JN   
 
  Reunião de  21 de Abril de 2005  
 

 
 

                                "FELIZ  OU  INFELIZ"

Por vezes aquilo que nos parece antagónico, depende essencialmente da forma como cada um encara a situação. Não que se pretenda mascarar as realidades, mas por vezes o bom senso aconselha para que se consigam superar as adversidade e ganhar energias para se encontrar soluções, é bom encarar as questões da forma mais positiva possível.

O dogmatismo estéril não é seguramente a melhor ajuda para as dificuldades da vida, já Charles Chaplin, que todos conhecem como “Charlot” não só pensava no riso, pensava sim com siso e dizia; Cada um faz o seu dia a dia, em vez de reclamar que está a chover e que me molho todo, agradecer as chuvas para as regas, limpa a poluição, etc.; se tenho pouco dinheiro, o melhor é saber administrar o que tenho, evitando o desperdício; se me queixo da saúde, devo dar graças por estar vivo; se reclamo porque tenho que trabalhar todos dias, devo agradecer o ter trabalho; se o dia não corre como queremos, há que recomeçar... Segundo ele a vida depende essencialmente de cada um e muitas vezes da forma como se a encara.

Em Rotary, como é sabido, todos somos profissionais, o que quer dizer que tendemos a ser pragmáticos, o que é bom para que as coisas funcionem, daí que palavras como organização, planeamento, projectos ou objectivos, são tão usadas de uma forma directa ou subjectiva, todos sabemos por deformação profissional que sem organização ou planeamento não há eficiência, mas como temos que estar sempre cem por cento, é bom que nos lembremos do nosso amigo Charlie Chaplin para sabermos vencer mesmo na adversidade.

 A riqueza de uma reunião rotária está em que se conjuga o companheirismo, o  formalismo; saudação às bandeiras como Duarte Bicho, Conceição Marques e Fernando Neves, fizeram em 21.04.05; as saudações do protocolo, em que João Machado lembrou os aniversários dos companheiros; o momento da secretaria, onde Fernando Neves, dá conhecimento da correspondência e informa sobre os eventos rotários e não só; o momento do presidente, onde José L. Zamith fala sobre Rotary ou disserta, como o caso do Charlot; mas antes do encerrar da reunião, temos o que chamo o momento mágico das reuniões ou o informalismo, já que é o momento em que os companheiros informam ou reflectem sobre temas do interesse de todos, o momento das actualidades e comunicações. Como o Duarte Bicho expôs o programa da recepção aos franceses de Jonzac, como Sílvio Ribeiro relatou a reunião das Taipas, como Abel Silva abordou as relações comerciais e culturais Portugal/Galiza, do jogo de interesses entre a Alemanha e a China, na questão dos têxteis, que tanto pode prejudicar os portugueses, Manuel José deu-nos conta da intenção da comissão europeia sobre a certificação de origem dos produtos, do alerta de Carlos Vieira, de que a China para os portugueses não é comprador mas vendedor de produtos e de como Fernando Neves nos falou sobre a água e a sua importância, “um ser humano resiste vinte e oito dias sem comer, mas não resiste mais que três dias sem água.

É este período que me faz lembrar a história que o Past-Governador Gomes de Almeida, costuma contar sobre a relatividade das coisas; “ quinze segundos a segurar um ferro quente é uma eternidade, quinze segundos a beijar a mulher amada é um ápice” 

                                                                                          JN

 
  Reunião de  14 de Abril de 2005  
 

 
 

“O passado exemplo para o futuro”

 
 

Na reunião festiva do Rotary Club de Guimarães de 14.04.05, homenageou-se Salgado Oliveira, distinto jornalista vimaranense, pelos seus 60 anos de carreira. Iniciou o jornalismo aos 20 anos e como autodidacta que é, tem uma escrita simples e objectiva. Conheceu todos tipos de jornalismo, do desporto à política, da reportagem ao artigo de opinião. Salgado Oliveira escreveu em vários jornais regionais e nacionais, foi agraciado com alguns prémios de jornalismo. Homem simples e de consensos como só os eleitos são capazes. Os Rotários como profissionais que são e para quem os valores éticos, morais e de integridade são essenciais, reconheceram na pessoa de Salgado Oliveira, o homem e a carreira que servem de exemplo para a sociedade.

Esta homenagem serviu de incentivo para aqueles que na mesma cerimónia ganharam os prémios de melhores alunos das várias escolas de Guimarães.

Todos os anos o Rotary Club de Guimarães, premeia os alunos que se destacaram nas várias escolas e nos vários escalões etários. É uma forma de Rotary apoiar na sua comunidade, aqueles que com mérito se distinguem pelo seu trabalho e competência. O prémio Albano Coelho Lima foi ganho por Engº. Tiago Pires da Universidade do Minho, prémio Armindo Dias Corais, ganhou João Pantaleão da Escola Sec. da Veiga, prémio António Faria Martins, ganhou Emanuel Silva da Escola Secundária Martins Sarmento, prémio José Manuel Martins, ganhou Paula Sousa da Escola Secundária Francisco de Holanda, prémio Lourenço Ribeiro da Silva, ganhou Engº. Nuno Gandara da U.M., prémio Álvaro Silva Oliveira, ganharam Teresa Almeida da Escola EB1 – Vila e Mário Ribeiro da Escola EB1, nº. 2 – Oliveira, prémio Miguel João Machado, ganharam Ana Costa e Diana Costa da Escola EB2,3 Ronfe e o prémio Arqtº Eduardo Ribeiro foi ganho pela Arqtª. Catarina Araújo da U.M..

Foi bonito ver estes jovens acompanhados pelas famílias e amigos, cientes de estarem a ser distinguidos pelo seu trabalho e de perceberem que esta distinção é uma prova de confiança neles para que com o seu sucesso possam contribuir para uma sociedade melhor no futuro.

Foi uma reunião que manteve as exigências protocolares, na saudação às bandeiras o presidente convidou a Drª Francisca Abreu, Francisco Zamith e Salgado Oliveira.

João Machado fez as saudações do protocolo e Fernando Neves deu-nos conhecimento da secretaria.

Nas actualidades e comunicações, Teresa Ferreira directora da redacção do Notícias de Guimarães e colega Salgado Oliveira, fez uma alocução sentida e emotiva do trabalho e exemplo, mas acima de tudo do homem que é o homenageado.

A Drª Francisca Abreu, enalteceu esta iniciativa do Rotary Club de Guimarães, quer pela oportunidade da homenagem a um vimaranense como pelo incentivo aos jovens estudantes para o seu futuro. “A autarquia está atenta, mas só com apoio da sociedade civil é que podemos chegar a todo lado”.

                                                                                                                        J. N.

 
  Reunião de  07 de Abril de 2005  
 

 
 

“Gestos de Amor”

 
 

A televisão espanhola, lançou uma campanha de sensibilização para a problemática do cancro. Um problema delicado, pois toca os sentimentos das pessoas, no que se refere à eventual ineficácia na cura da doença. Uma coisa é certa, a esperança tem que existir, a dificuldade dos tratamentos têm que ser apoiados com amor e carinho, para com a ajuda da ciência tentar debelar tal enfermidade. Por vezes pequenos gestos ganham enorme significado no que toca ao amor próprio e esperança de vida. Em resumo o pequeno filme, era uma criança deitada que ao pressentir a chegada dos pais, corre para a casa de banho, corta os belos cabelos compridos, põe no regaço do vestido e corre até à porta para a abrir aos pais que chegavam com o irmão que vinha de uma sessão de quimioterapia e já não tinha cabelo e ela oferece os seus cabelos ao irmão.....

Esta pequena história deve servir de reflexão, neste mundo cada vez mais materialista, em que os valores por vezes se perdem e que tanta falta têm feito para a Paz e bem estar da Humanidade.

Outro exemplo que deve servir de reflexão, é o trabalho desenvolvido pelo Papa João Paulo II. Homem cuja grande causa foi unir as pessoas, dar importância e esperança aos mais desfavorecidos. Conseguiu isto graças a pequenos gestos simbólicos, o beijar o chão, o apelar aos jovens, as visitas a todo o mundo, sempre com aquele espírito de missão que espantou o mundo.

Rotary tem um sentido prático de servir a Humanidade, como profissionais que somos, procuramos que a nossa intervenção seja directa e pragmática, mas não podemos nos esquecer que os pequenos gestos de amor são a chama do nosso entusiasmo.

Rotary Club de Guimarães, na sua habitual reunião das quintas-feiras, onde Jaime Areias, Orlando Martins e Manuel Oliveira saudaram as bandeiras e o protocolo foi assumido por Américo Simões, tendo a secretaria sido desempenhada por Fernando Neves, houveram várias intervenções no momento das actualidades que mereceram toda a atenção dos companheiros.

Abel Silva, alertou para os interesses antagónicos que provoca, o facto da Associação de Guimarães, ser ao mesmo tempo Comercial e Industrial. Segundo ele, deveriam ser separadas para assim melhor defender o interesse de cada sector.

Ismael Merino uma vez mais referiu a importância para as nossas relações e desenvolvimento, receber bem as delegações estrangeiras que nos visitam.

Sérgio Pouzada, referiu que a propósito dos contactos tidos com um Rotary Clube inglês, no âmbito do RIBI, que existem programas conjuntos para apoio a projectos para regiões carenciadas e que deveríamos estudar essa possibilidade.

Américo Simões, expôs um programa de televisão sobre Rotary que passa no canal2, onde a Fundação Rotária Portuguesa, explicava o apoio de carácter humanitário que está a levar a efeito na Guiné, mais concretamente ao Hospital Simão Mendes em Bissau, para montar uma ala de pediatria e ginecologia. Isto porque rotary tomou conhecimento que as condições eram francamente inexistentes. Como referiu um companheiro, muitas mulheres pariam no chão das ruas.

Sílvio Ribeiro deu-nos conhecimento dos quatro grandes objectivos para a actividade Rotária do próximo ano; Alfabetização, Recursos Hídricos, Saúde Pública e Fome.

Casimiro Ribeiro, referiu que os verdadeiros rotários e as Avenidas de Serviços, são os pilares de um Rotary Clube eficaz e forte.

Manuel Oliveira referiu ainda que um Rotary Clube não se deve confinar em si mesmo, pois corre o risco de não ter sentido humanitário para que foi criado.

                                                                                                                               J.N.

 
  Reunião de  31 de Março de 2005  
 

 
 

" O  PODER  DA   BOA  VONTADE "

 
 

Recentemente o Senado norte-americano aprovou uma resolução, a nº 62, em homenagem a Rotary International, pela sua enorme contribuição ao mundo, pela Paz e Compreensão Mundial, pelos serviços de saúde a comunidades carenciadas, pela enorme contribuição pela erradicação da Poliomielite no mundo, pela contribuição no desenvolvimento e pelo bem estar, através do apoio a bolsas de estudo a jovens e profissionais, enfim todo o trabalho que Rotary vem desenvolvendo nestes cem anos de existência. Esta resolução foi aprovada por unanimidade que prova a importância de Rotary na sociedade e no mundo.

Rotary na sua cruzada pelo bem estar, está lançar uma campanha hercúlea, o de acabar com a iliteracia no mundo, pois estamos em querer que a ignorância é uma ameaça à Paz. Vai requerer o empenho de todos os rotários nas suas contribuições e voluntariado, mas também de toda a sociedade civil e das autoridades. É uma tarefa que a todos diz respeito e que urge encarar de frente para bem da Humanidade.

Rotary foi ideia de um homem, Paul Harris, mas acima de tudo foi uma necessidade da sociedade e do mundo para o seu reequilibro e desenvolvimento em prol da Humanidade. Como referia um companheiro numa intervenção na reunião do Rotary Club de Guimarães, cada clube é como um caleidoscópio, em cada giro ( com a entrada ou saída de um associado) ganha nova forma, mas não deixa nunca de ser a razão da sua existência.

Um dos fortes suportes de um clube é o companheirismo (amizade ética e respeitadora), e que assenta em três vértices, Tolerância, Respeito e Confiança;

Tolerância, cada Rotary Club é formado por profissionais e empresários, dos variados segmentos de actividade, dos diferentes credos e tendências políticas diversas, com idades variadas, mas todos com um desejo comum, promover projectos humanitários que contribuam para o bem da Humanidade. Privilegiamos o desejo comum, tolerando as nossas diferenças.

Respeito, todo o cidadão que adere a Rotary, privilegia o bem comum conciliando-o com o interesse individual, dedica parte do seu tempo e energia, em causas colectivas e humanitárias, por conseguinte usamos o “efeito espelho” - estou perante um igual ou respeito para ser respeitado.

Confiança, característica que qualquer profissional ou empresário deverá ter, para que o seu meio social lhe reconheça a reputação de pessoa com carácter.

É claro que por vezes aparece alguma “ovelha negra” que se aproveita destes padrões para se auto promover, mas não pode abalar os valores porque todos se regem, Humanidade.

Na reunião de 31.03.05 após a saudação às bandeiras por Manuel Machado, Carlos Vieira e Januário Correia, o nosso protocolo João Machado, Personalidade Cívica e Social do Ano em dez freguesias do nosso concelho e do de Famalicão, fez as saudações habituais a que se seguiu Fernando Neves na leitura da secretaria.

Ismael Merino, apresentou o programa de recepção aos clubes franceses, para 29.04 e alertou para a necessidade de se avançar com projectos que motivem os jovens do Interact.

Sérgio Pouzada, lembrou que talvez o clube pudesse avançar com uma campanha de sensibilização da população para alerta dos AVC,, causadora de três mortes por dia.

Carlos Vieira, na sua recente viagem ao Japão conheceu para além de alguns monumentos deixado pelos Portugueses, já que foram os primeiros ocidentais a pisar solo japonês, algumas tradições e gastronomia portuguesas, nomeadamente o Pão de Ló. Alertou ainda que em visita a indústrias têxteis chineses, estas continuarão a pressionar a nossa têxtil também em qualidade.

Fernando Almeida terminou a reunião descrevendo-nos o saber receber dos Portugueses nas nossas aldeias.

                                                                                                                       J. N.

 
     
  Reunião de  22 de Março de 2005  ( 57º. Aniversário do Clube )  
 

 
 

 "Rotary  e  Guimarães"

 

Em 1948, a 22 Março cria-se Rotary Club de Guimarães, exactamente o ano em que nasci, após o terrível conflito que assolou a Europa, onde a Paz era necessária, para em conjunto com a solidariedade, os cidadãos se recomporem e passarem ao desenvolvimento para suprir a pobreza material e espiritual que a guerra originou.

O grupo de cidadãos fundadores, eram figuras muito ligadas a Guimarães e ao seu desenvolvimento, Gomes Alves, Lopes Correia, Pimenta Machado, Cunha Guimarães, Leandro, Costa Guimarães, Escultor Azevedo, Corais, Ferra, Ayres, Jordão, Alípio, Sousa Oliveira, Pinto Lisboa, Afonso Almeida, Marinho, Mota Prego, Puga, Correia Areias, Ribeiro da Silva, Pinto dos Santos, Óscar Pires, Aristião Campos o único fundador vivo. Referi-os pois são industriais, comerciantes e profissionais liberais que estão intrinsecamente ligados à história de Guimarães. Mas muitos outros lhes seguiram, com a preocupação pela sua comunidade, Antonino Dias, Albano C. Lima, Hélder Rocha, Francisco C. Lima, Paulino F. Leite, A. Faria Martins, Fernando Alberto, Eduardo Ribeiro e António Ribeiro, A. Gouveia e tantos outros, figuras incontornáveis da história de Guimarães.

Como o senhor Presidente da Câmara, Dr. António Magalhães, sócio honorário do clube, disse na sua intervenção da comemoração do 57º aniversário, “ Comungamos vários objectivos comuns, mas a Paz e Solidariedade são os pilares e se Rotary Club de Guimarães vive Guimarães, Guimarães precisa de Rotary Club de Guimarães”.

Muitas das instituições cívicas de Guimarães, culturais ou de solidariedade, estão ligadas ao Rotary Club de Guimarães, quer pelos seus membros quer mesmo pela sua fundação.

Foi com enorme emoção e regozijo que comemoramos o aniversário, com o orgulho do extraordinário trabalho que Rotary faz no mundo, mas com a sensação que mais é preciso fazer para cumprir o propósito de servir as comunidades em prol da Paz, do Bem Comum, da Humanidade.

Cada um deve se preocupar consigo e com os seus, mas não esquecer que só com o bem-estar de todos é que viveremos em Paz e em Felicidade.

Boas palavras e bons ideais, mas que têm de ser mais do que isso, é preciso vencer muitas adversidades, sermos íntegros e tolerantes para em conjunto, todos fazem falta, levar à prática e em cada caso, os princípios de Rotary para o bem comum, o bem da Humanidade.

O que se pede de um modo particular aos rotários do nosso clube, é a disponibilidade e tolerância, que a vida de cada um permita, para de uma forma serena e assertiva, contribuirmos para o bem da comunidade, do desenvolvimento do país, de apoio aos mais carenciados, para a Paz e compreensão mundial.  

Para engrandecer a nossa festa tivemos a presença dos nossos clubes afilhados, Barcelos, V.N. Famalicão, Sto. Tirso e Caldas das Taipas que muito nos sensibilizou.

Um dos momentos altos da reunião foi a entrega de placas de 25 anos em Rotary, aos companheiros Ismael Merino e Manuel Catarino.

Procedeu-se, antes do fecho da reunião, a mais uma entrega de um título "Paul Harris Fellow" a Domingos Miranda.

                                                                                                                                                            JN.

 
  Reunião de  10 de Março de 2005:  
 

 
 

“Morrer é fácil, viver em paz é difícil”

 

Frase sentida de uma cidadã espanhola a propósito do 11 de Março.

Num mundo em que a intransigência, teima em persistir, em que os ódios e vinganças são vendidos como leis divinas, em que o desespero e a insegurança são o dia a dia das pessoas, vale a pena reflectir e seguir os princípios do movimento rotário; Tolerância, Compreensão, Solidariedade, Ética, Integridade.

Não é que as palavras por si, valham alguma coisa, mas o exemplo que tem sido o trabalho desenvolvido pelos Rotários de todo o mundo, dentro dos princípios de Rotary, no combate ao egoísmo, à indiferença, às fatalidades e às injustiças, nestes últimos 100 anos, levam-nos a acreditar que algo pode ser feito.

É com este orgulho e amor próprio, que qualquer Rotário deve abraçar estas causas, pois elas são as verdadeiras que podem ajudar a Humanidade.

Por vezes, como qualquer ser humano, o rotário tem dúvidas, tem fraquezas, mas basta olhar para o trabalho realizado por Rotary no mundo, para que a vontade em estar dentro do movimento rotário vença pequenas fraquezas ou dissabores.

Estas palavras são sim uma mensagem, pois acredito que quem abraçou Rotary é porque tem em si valores humanos e acredita que são estes princípios que ajudarão a Humanidade. “Nem tudo o que reluz é ouro, nem tudo o que gostamos é fácil, nem tudo o que parece é”

No dia 10.03.05 tivemos mais uma reunião do Rotary Club de Guimarães onde José Neves, Luís Ferreira e João Monteiro saudaram as bandeiras, na abertura protocolar das reuniões, onde João Machado nos deu as boas-vindas e saudou os aniversários e onde uma vez mais o eficiente secretário Fernando Neves nos deu conhecimento da secretaria.

Uma reunião não é só protocolo, é acima de tudo uma oportunidade de aprender, de expor ideias, de procurar contribuir para o trabalho colectivo de Rotary e acima de tudo de companheirismo.

Todos são profissionais das mais variadas áreas, onde têm opinião e conhecimentos, que partilham nas suas intervenções.

Como dizia Januário Correia, o dia da reunião é um dia diferente, pois para além de aprender com as intervenções dos Companheiros, tem em cada rotário um amigo.

João Machado conta-nos a história do envelhecimento do granito, Sérgio Pousada fala-nos de sistematização para se obter resultados, Fernando Almeida emociona-nos com o prazer que sente em aprender a ser Rotário, em ser pai, na retórica de saber ouvir.

Fernando Neves expõe a situação de uma grande obra do nosso clube à comunidade, o “Banco  de Cadeira de Rodas” embora reconheça que é preciso fazer mais e melhor.

Sílvio Ribeiro inteira-nos dos trabalhos do seminário de presidentes indigitados.

O presidente José Zamith saudou os 90 anos das Oficinas de S. José (Centro Juvenil de S. José), obra extraordinária e que todos os vimaranenses acarinham.

Vale a pena estar em Rotary, vale a pena assistir às reuniões de Rotary.

                                                                                                                                                  

                                                                                                                   JN

 
 
  Reunião de  03 de Março de 2005:  
 

 
 

“Ideias que se transformam em força”

 
 

Grande parte do sucesso das iniciativas de Rotary, devem-se ás ideias que vão de encontro aos princípios do movimento e ganham cada vez mais adesão pois têm a credibilidade e eficiência do sentido solidário e cívico de servir a Humanidade.

A presença de Rotary está em todo o lado em que é necessário um apoio ou uma iniciativa, para corrigir as assimetrias da sociedade, na tentativa da paz e no acreditar num mundo com valores éticos.

Os exemplos podem ser simples, mas importantes, como a forma que o nosso companheiro João Machado, viu no apoio ao clube de futebol da sua terra, o Juventude de Ronfe, não no sentido de notoriedade mas sim de ajudar a juventude da comunidade ter um espaço privilegiado de saudavelmente crescer sem os perigos que a inércia e más companhias desencadeiam, promovendo a amizade, o espirito de ajuda ou de equipa, dando-lhes a possibilidade de com a sua contribuição darem orgulho à sua comunidade. São 300 jovens, divididos pelos vários escalões etários, que regularmente praticam desporto de uma forma saudável e honesta.

É uma iniciativa que implica os seus custos financeiros, mas como ele diz, desde que não se cometam loucuras tudo se resolve com a boa vontade da população. Nesse sentido no dia 8 de Abril vai promover um jantar de angariação de fundos e assim de uma forma simples e não ostensiva pode ajudar a colmatar algumas necessidades para levar por diante tão louvável iniciativa.

Como dizia na ultima reunião, de 03.03.05, Sérgio Pousada, “a juventude tem que estar dentro de nós” na sua intervenção em que falou contra o tradicional queixume dos Portugueses, o nosso “Fado” e onde referiu que bom aluno não é só o que tira boas notas mas sim o que contribui para acrescentar positivamente algo na instituição onde estuda. O mesmo se refere aos professores.

Foi uma reunião onde uma vez mais o Rotary Club de Guimarães contribuiu com um Paul Harris, para Rotary Foundation através de Luís Ferreira.

Na tradicional saudação às bandeiras o presidente José Luís Zamith, Fernando Neves e João Machado cumpriram a cerimónia.

Manuel Oliveira, na sua intervenção congratulou-se pela revolução na indústria têxtil onde a capacidade produtiva nacional se junta a marcas internacionais para alcançar nichos de mercado, onde não só a mão de obra barata conta.

Fernando Neves na sua intervenção, lembrou a necessidade da actualização do “Banco de cadeira de rodas” e a necessidade de protocolar o Rotary Club de Guimarães como entidade de utilidade pública.

A criação da Liga dos Amigos do Hospital foi enaltecida por Fernando Almeida, onde Rotary está bem representado pelo nosso clube.

Casimiro Ribeiro, antes do fim da reunião, referiu “As ideias que se transformam em força” das iniciativas que Rotary leva a efeito por todo o mundo.

                                                                                                                  J. N.