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Julho/Agosto
2004
Setembro/Outubro 2004
Novembro/Dezembro 2004
Janeiro/Fevereiro 2005
Março/Abril 2005
Maio/Junho 2005 |
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Reunião de 30 de Abril de 2005 |
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“Pontes da amizade” |
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O movimento Rotário é composto por um milhão e duzentos mil pessoas espalhados por todo o
mundo, com alguns denominadores comuns; profissionais com sentido
ético, solidários, amantes da paz, sentido de servir, confiantes de um
mundo melhor. Esta hegemonia da forma de estar, potência as acções
que Rotary International implementa. Essa consolidação é obtida pelos
intercâmbios entre clubes, que cimenta o companheirismo que irá reforçar
Rotary.
Rotary Club de Guimarães, para além dos clubes nacionais, tem dois
clubes contacto, um Itália o de Viterbo e outro em França o de Jonzac.
Neste último fim de semana recebemos o clube de Jonzac, cidade próxima
de Bordéus.
Esta relação foi iniciada em 1958, por dois amigos António Faria Martins
e André Guibert, que estabeleceram a geminação dos dois clubes. Estes
contactos têm-se mantido de uma forma regular, de dois em dois anos, ora
cá ora lá.
A região de Jonzac, é uma região fortemente vinícola, daí que muitos dos
companheiros ou sejam produtores ou ligados a esta actividade.
Estes intercâmbios são momentos de companheirismo importantes e
gratificantes, mas servem também para lançar projectos conjuntos de
solidariedade ou serviços à comunidade.
O nosso clube afilhado, Rotary Club de Caldas das Taipas, também tem um
clube contacto naquela região, Nord-Blayais, daí que se juntaram na
recepção, que em conjunto fizemos aos dois clubes, de 29 a 1 de Maio.
Esta amizade dos nossos clubes é mais que afinidade e envolve mais que
afeição. As exigências da amizade, franqueza, sinceridade, aceitar com a
mesma seriedade, críticas e elogios, lealdade incondicional, são
estímulos poderosos para o amadurecimento moral e enobrecimento.
A amizade genuína requer tempo, esforço e trabalho para ser mantida. Por
isso devo referir que esta enorme amizade que ligam os nossos clubes se
deve muito a dois extraordinários companheiros, Gabriel Faria Martins e
Duarte Bicho. Companheiros que com a sua humildade e esforço deram-nos
um exemplo extraordinário de “
Dar de si antes de pensar em si”.
Plantou-se uma arvore da amizade, um carvalho francês que trouxeram,
junto ao monumento de Rotary na Praceta Rotary Club de Guimarães, ali
junto à Universidade, a árvore da amizade, foi um acto simbólico que ilustra bem a firmeza
das nossas amizades.
Mostramos uma vez mais a hospitalidade dos portugueses, procuramos
retribuir a simpatia com que sempre lá temos sido recebidos.
Creio que poderei referir que este evento foi um verdadeiro hino à
amizade entre os povos e à Paz mundial.
JN |
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Reunião de 21 de Abril de 2005 |
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"FELIZ OU INFELIZ"
Por vezes aquilo que nos parece antagónico, depende essencialmente da
forma como cada um encara a situação. Não que se pretenda mascarar as
realidades, mas por vezes o bom senso aconselha para que se consigam
superar as adversidade e ganhar energias para se encontrar soluções, é
bom encarar as questões da forma mais positiva possível.
O dogmatismo estéril não é seguramente a melhor ajuda para as
dificuldades da vida, já Charles Chaplin, que todos conhecem como
“Charlot” não só pensava no riso, pensava sim com siso e dizia; Cada um
faz o seu dia a dia, em vez de reclamar que está a chover e que me molho
todo, agradecer as chuvas para as regas, limpa a poluição, etc.; se
tenho pouco dinheiro, o melhor é saber administrar o que tenho, evitando
o desperdício; se me queixo da saúde, devo dar graças por estar vivo; se
reclamo porque tenho que trabalhar todos dias, devo agradecer o ter
trabalho; se o dia não corre como queremos, há que recomeçar... Segundo
ele a vida depende essencialmente de cada um e muitas vezes da forma
como se a encara.
Em Rotary, como é sabido, todos somos profissionais, o que quer dizer
que tendemos a ser pragmáticos, o que é bom para que as coisas
funcionem, daí que palavras como organização, planeamento, projectos ou
objectivos, são tão usadas de uma forma directa ou subjectiva, todos
sabemos por deformação profissional que sem organização ou planeamento
não há eficiência, mas como temos que estar sempre cem por cento, é bom
que nos lembremos do nosso amigo Charlie Chaplin para sabermos
vencer mesmo na adversidade.
A riqueza de uma reunião rotária está em que se conjuga o
companheirismo, o formalismo; saudação às bandeiras como Duarte
Bicho, Conceição Marques e Fernando Neves, fizeram em 21.04.05; as
saudações do protocolo, em que João Machado lembrou os aniversários
dos companheiros; o momento da secretaria, onde Fernando Neves,
dá conhecimento da correspondência e informa sobre os eventos rotários e
não só; o momento do presidente, onde José L. Zamith fala sobre
Rotary ou disserta, como o caso do Charlot; mas antes do encerrar da
reunião, temos o que chamo o momento mágico das reuniões ou o
informalismo, já que é o momento em que os companheiros informam ou
reflectem sobre temas do interesse de todos, o momento das
actualidades e comunicações. Como o Duarte Bicho expôs o programa da
recepção aos franceses de Jonzac, como Sílvio Ribeiro relatou a reunião
das Taipas, como Abel Silva abordou as relações comerciais e culturais
Portugal/Galiza, do jogo de interesses entre a Alemanha e a China, na
questão dos têxteis, que tanto pode prejudicar os portugueses, Manuel
José deu-nos conta da intenção da comissão europeia sobre a certificação
de origem dos produtos, do alerta de Carlos Vieira, de que a China para
os portugueses não é comprador mas vendedor de produtos e de como
Fernando Neves nos falou sobre a água e a sua importância, “um ser
humano resiste vinte e oito dias sem comer, mas não resiste mais que
três dias sem água.
É este período que me faz lembrar a história que o Past-Governador Gomes
de Almeida, costuma contar sobre a relatividade das coisas; “ quinze
segundos a segurar um ferro quente é uma eternidade, quinze segundos a
beijar a mulher amada é um ápice”
JN |
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Reunião de 14 de Abril de 2005 |
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“O passado exemplo para o futuro” |
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Na reunião festiva do Rotary Club de Guimarães
de 14.04.05, homenageou-se Salgado Oliveira, distinto jornalista
vimaranense, pelos seus 60 anos de carreira. Iniciou o jornalismo aos 20
anos e como autodidacta que é, tem uma escrita simples e objectiva.
Conheceu todos tipos de jornalismo, do desporto à política, da
reportagem ao artigo de opinião. Salgado Oliveira escreveu em vários
jornais regionais e nacionais, foi agraciado com alguns prémios de
jornalismo. Homem simples e de consensos como só os eleitos são capazes.
Os Rotários como profissionais que são e para quem os valores éticos,
morais e de integridade são essenciais, reconheceram na pessoa de
Salgado Oliveira, o homem e a carreira que servem de exemplo para a
sociedade.
Esta homenagem serviu de incentivo para aqueles
que na mesma cerimónia ganharam os prémios de melhores alunos das várias
escolas de Guimarães.
Todos os anos o Rotary Club de Guimarães,
premeia os alunos que se destacaram nas várias escolas e nos vários
escalões etários. É uma forma de Rotary apoiar na sua comunidade,
aqueles que com mérito se distinguem pelo seu trabalho e competência. O
prémio Albano Coelho Lima foi ganho por Engº. Tiago Pires da
Universidade do Minho, prémio Armindo Dias Corais, ganhou João Pantaleão
da Escola Sec. da Veiga, prémio António Faria Martins, ganhou Emanuel
Silva da Escola Secundária Martins Sarmento, prémio José Manuel Martins,
ganhou Paula Sousa da Escola Secundária Francisco de Holanda, prémio
Lourenço Ribeiro da Silva, ganhou Engº. Nuno Gandara da U.M., prémio
Álvaro Silva Oliveira, ganharam Teresa Almeida da Escola EB1 – Vila e
Mário Ribeiro da Escola EB1, nº. 2 – Oliveira, prémio Miguel João
Machado, ganharam Ana Costa e Diana Costa da Escola EB2,3 Ronfe e o
prémio Arqtº Eduardo Ribeiro foi ganho pela Arqtª. Catarina Araújo da
U.M..
Foi bonito ver estes jovens acompanhados pelas
famílias e amigos, cientes de estarem a ser distinguidos pelo seu
trabalho e de perceberem que esta distinção é uma prova de confiança
neles para que com o seu sucesso possam contribuir para uma sociedade
melhor no futuro.
Foi uma reunião que manteve as exigências
protocolares, na saudação às bandeiras o presidente convidou a Drª
Francisca Abreu, Francisco Zamith e Salgado Oliveira.
João Machado fez as saudações do protocolo e
Fernando Neves deu-nos conhecimento da secretaria.
Nas actualidades e comunicações, Teresa Ferreira
directora da redacção do Notícias de Guimarães e colega Salgado
Oliveira, fez uma alocução sentida e emotiva do trabalho e exemplo, mas
acima de tudo do homem que é o homenageado.
A Drª Francisca Abreu, enalteceu esta iniciativa
do Rotary Club de Guimarães, quer pela oportunidade da homenagem a um
vimaranense como pelo incentivo aos jovens estudantes para o seu futuro.
“A autarquia está atenta, mas só com apoio da sociedade civil é que
podemos chegar a todo lado”.
J. N. |
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Reunião de 07 de Abril de 2005 |
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“Gestos de Amor” |
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A televisão espanhola, lançou uma campanha de sensibilização para a
problemática do cancro. Um problema delicado, pois toca os sentimentos
das pessoas, no que se refere à eventual ineficácia na cura da doença.
Uma coisa é certa, a esperança tem que existir, a dificuldade dos
tratamentos têm que ser apoiados com amor e carinho, para com a ajuda da
ciência tentar debelar tal enfermidade. Por vezes pequenos gestos ganham
enorme significado no que toca ao amor próprio e esperança de vida. Em
resumo o pequeno filme, era uma criança deitada que ao pressentir a
chegada dos pais, corre para a casa de banho, corta os belos cabelos
compridos, põe no regaço do vestido e corre até à porta para a abrir aos
pais que chegavam com o irmão que vinha de uma sessão de quimioterapia e
já não tinha cabelo e ela oferece os seus cabelos ao irmão.....
Esta pequena história deve servir de reflexão, neste mundo cada vez mais
materialista, em que os valores por vezes se perdem e que tanta falta
têm feito para a Paz e bem estar da Humanidade.
Outro exemplo que deve servir de reflexão, é o trabalho desenvolvido
pelo Papa João Paulo II. Homem cuja grande causa foi unir as pessoas,
dar importância e esperança aos mais desfavorecidos. Conseguiu isto
graças a pequenos gestos simbólicos, o beijar o chão, o apelar aos
jovens, as visitas a todo o mundo, sempre com aquele espírito de missão
que espantou o mundo.
Rotary tem um sentido prático de servir a Humanidade, como profissionais
que somos, procuramos que a nossa intervenção seja directa e pragmática,
mas não podemos nos esquecer que os pequenos gestos de amor são a chama
do nosso entusiasmo.
Rotary Club de Guimarães, na sua habitual reunião das quintas-feiras,
onde Jaime Areias, Orlando Martins e Manuel Oliveira saudaram as
bandeiras e o protocolo foi assumido por Américo Simões, tendo a
secretaria sido desempenhada por Fernando Neves, houveram várias
intervenções no momento das actualidades que mereceram toda a atenção
dos companheiros.
Abel Silva, alertou para os interesses antagónicos que provoca, o facto
da Associação de Guimarães, ser ao mesmo tempo Comercial e Industrial.
Segundo ele, deveriam ser separadas para assim melhor defender o
interesse de cada sector.
Ismael Merino uma vez mais referiu a importância para as nossas relações
e desenvolvimento, receber bem as delegações estrangeiras que nos
visitam.
Sérgio Pouzada, referiu que a propósito dos contactos tidos com um
Rotary Clube inglês, no âmbito do RIBI, que existem programas conjuntos
para apoio a projectos para regiões carenciadas e que deveríamos estudar
essa possibilidade.
Américo Simões, expôs um programa de televisão sobre Rotary que passa no
canal2, onde a Fundação Rotária Portuguesa, explicava o apoio de
carácter humanitário que está a levar a efeito na Guiné, mais
concretamente ao Hospital Simão Mendes em Bissau, para montar uma ala de
pediatria e ginecologia. Isto porque rotary tomou conhecimento que as
condições eram francamente inexistentes. Como referiu um companheiro,
muitas mulheres pariam no chão das ruas.
Sílvio Ribeiro deu-nos conhecimento dos quatro grandes objectivos para a
actividade Rotária do próximo ano; Alfabetização, Recursos Hídricos,
Saúde Pública e Fome.
Casimiro Ribeiro, referiu que os verdadeiros rotários e as Avenidas de
Serviços, são os pilares de um Rotary Clube eficaz e forte.
Manuel Oliveira referiu ainda que um Rotary Clube não se deve confinar
em si mesmo, pois corre o risco de não ter sentido humanitário para que
foi criado.
J.N. |
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Reunião de 31 de Março de 2005 |
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" O PODER
DA BOA VONTADE " |
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Recentemente o Senado norte-americano aprovou uma
resolução, a nº 62, em homenagem a Rotary International,
pela sua enorme contribuição ao mundo, pela Paz e Compreensão Mundial,
pelos serviços de saúde a comunidades carenciadas, pela enorme
contribuição pela erradicação da Poliomielite no mundo, pela
contribuição no desenvolvimento e
pelo bem estar, através do apoio a bolsas
de estudo a jovens e profissionais, enfim todo o trabalho que Rotary
vem desenvolvendo nestes cem anos de existência. Esta resolução foi
aprovada por unanimidade que prova a importância de Rotary na
sociedade e no mundo.
Rotary na sua cruzada pelo bem estar, está lançar uma campanha
hercúlea, o de acabar com a iliteracia no mundo, pois estamos em querer
que a ignorância é uma ameaça
à Paz. Vai requerer o empenho de todos os rotários nas
suas contribuições e voluntariado, mas também de toda a sociedade civil
e das autoridades. É uma tarefa que a todos diz respeito e que urge
encarar de frente para bem da Humanidade.
Rotary foi ideia de um homem, Paul
Harris, mas acima de tudo foi uma necessidade da sociedade e do
mundo para o seu reequilibro e desenvolvimento em prol da Humanidade.
Como referia um companheiro numa intervenção
na reunião do
Rotary Club de Guimarães, cada clube é como um caleidoscópio, em cada
giro ( com a entrada ou saída de um associado) ganha nova forma, mas não
deixa nunca de ser a razão da sua existência.
Um dos fortes suportes de um clube é o
companheirismo (amizade ética e
respeitadora), e que assenta em três vértices,
Tolerância, Respeito e
Confiança;
Tolerância,
cada Rotary Club é formado por profissionais e empresários, dos
variados segmentos de actividade, dos diferentes credos e tendências
políticas diversas, com idades variadas, mas todos com um desejo comum,
promover projectos humanitários que contribuam para o bem da Humanidade.
Privilegiamos o desejo comum, tolerando as nossas diferenças.
Respeito,
todo o cidadão que adere a Rotary, privilegia o bem comum
conciliando-o com o interesse individual, dedica parte do seu tempo e
energia, em causas colectivas e humanitárias, por conseguinte usamos o
“efeito espelho” - estou perante um igual ou respeito para ser
respeitado.
Confiança,
característica que qualquer profissional ou empresário deverá ter, para
que o seu meio social lhe reconheça a reputação de pessoa com carácter.
É claro que por vezes aparece
alguma “ovelha
negra” que se aproveita destes padrões para se auto promover, mas não
pode abalar os valores porque todos se regem, Humanidade.
Na reunião de 31.03.05 após a saudação às
bandeiras por Manuel Machado, Carlos Vieira e Januário Correia, o nosso
protocolo João Machado,
Personalidade Cívica e Social do Ano em dez
freguesias do nosso concelho e do de
Famalicão, fez as saudações habituais a que
se seguiu Fernando Neves na leitura da secretaria.
Ismael Merino, apresentou o programa de recepção aos clubes franceses,
para 29.04 e alertou para a necessidade de se avançar com projectos que
motivem os jovens do Interact.
Sérgio Pouzada, lembrou que talvez o
clube pudesse avançar com uma campanha de sensibilização da população
para alerta dos AVC,,
causadora de três mortes por dia.
Carlos
Vieira, na sua recente viagem ao Japão conheceu para além de alguns
monumentos deixado pelos Portugueses, já que foram os primeiros
ocidentais a pisar solo japonês, algumas tradições e gastronomia
portuguesas, nomeadamente o Pão de Ló. Alertou ainda que em visita a
indústrias têxteis chineses, estas continuarão a pressionar a nossa
têxtil também em qualidade.
Fernando
Almeida terminou a reunião descrevendo-nos o saber receber dos
Portugueses nas nossas aldeias.
J. N. |
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Reunião de 22 de Março de
2005 ( 57º. Aniversário do Clube ) |
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"Rotary
e Guimarães"
Em
1948, a 22 Março cria-se Rotary Club de Guimarães,
exactamente o ano em que nasci, após o terrível conflito que assolou a
Europa, onde a Paz era necessária, para em conjunto com a solidariedade,
os cidadãos se recomporem e passarem ao desenvolvimento para suprir a
pobreza material e espiritual que a guerra originou.
O grupo de
cidadãos fundadores, eram figuras muito ligadas a Guimarães e ao seu
desenvolvimento, Gomes Alves, Lopes Correia, Pimenta Machado, Cunha
Guimarães, Leandro, Costa Guimarães, Escultor Azevedo, Corais, Ferra,
Ayres, Jordão, Alípio, Sousa Oliveira, Pinto Lisboa, Afonso Almeida,
Marinho, Mota Prego, Puga, Correia Areias, Ribeiro da Silva, Pinto dos
Santos, Óscar Pires, Aristião Campos o único fundador vivo. Referi-os
pois são industriais, comerciantes e profissionais liberais que estão
intrinsecamente ligados à história de Guimarães. Mas muitos outros lhes
seguiram, com a preocupação pela sua comunidade, Antonino Dias, Albano
C. Lima, Hélder Rocha, Francisco C. Lima, Paulino F. Leite, A. Faria
Martins, Fernando Alberto, Eduardo Ribeiro e António Ribeiro, A. Gouveia
e tantos outros, figuras incontornáveis da história de Guimarães.
Como o
senhor Presidente da Câmara, Dr. António Magalhães, sócio honorário do
clube, disse na sua intervenção da comemoração do 57º aniversário, “
Comungamos vários objectivos comuns, mas a Paz e Solidariedade são os
pilares e se Rotary Club de Guimarães vive Guimarães, Guimarães precisa
de Rotary Club de Guimarães”.
Muitas das
instituições cívicas de Guimarães, culturais ou de solidariedade, estão
ligadas ao Rotary Club de Guimarães, quer pelos seus membros quer mesmo
pela sua fundação.
Foi com
enorme emoção e regozijo que comemoramos o aniversário, com o orgulho do
extraordinário trabalho que Rotary faz no mundo, mas com a sensação que
mais é preciso fazer para cumprir o propósito de servir as comunidades
em prol da Paz, do Bem Comum, da Humanidade.
Cada um
deve se preocupar consigo e com os seus, mas não esquecer que só com o
bem-estar de todos é que viveremos em Paz e em Felicidade.
Boas
palavras e bons ideais, mas que têm de ser mais do que isso, é preciso
vencer muitas adversidades, sermos íntegros e tolerantes para em
conjunto, todos fazem falta, levar à prática e em cada caso, os
princípios de Rotary para o bem comum, o bem da Humanidade.
O que se
pede de um modo particular aos rotários do nosso clube, é a
disponibilidade e tolerância, que a vida de cada um permita, para de uma
forma serena e assertiva, contribuirmos para o bem da comunidade, do
desenvolvimento do país, de apoio aos mais carenciados, para a Paz e
compreensão mundial.
Para
engrandecer a nossa festa tivemos a presença dos nossos clubes
afilhados, Barcelos, V.N. Famalicão, Sto. Tirso e Caldas das Taipas que
muito nos sensibilizou.
Um dos
momentos altos da reunião foi a entrega de placas de 25 anos em Rotary,
aos companheiros Ismael Merino e Manuel Catarino.
Procedeu-se, antes do fecho da reunião,
a mais uma entrega de um título "Paul Harris Fellow" a Domingos Miranda.
JN. |
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Reunião de 10 de Março de
2005: |
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“Morrer é fácil, viver em
paz é difícil”
Frase sentida de uma cidadã espanhola a propósito do 11 de Março.
Num mundo em que a intransigência, teima em persistir, em que os ódios e
vinganças são vendidos como leis divinas, em que o desespero e a
insegurança são o dia a dia das pessoas, vale a pena reflectir e seguir
os princípios do movimento rotário;
Tolerância, Compreensão, Solidariedade, Ética, Integridade.
Não é que as palavras por si, valham alguma coisa, mas o exemplo que tem
sido o trabalho desenvolvido pelos Rotários de todo o mundo, dentro dos
princípios de Rotary, no combate ao egoísmo, à indiferença, às
fatalidades e às injustiças, nestes últimos 100 anos, levam-nos a
acreditar que algo pode ser feito.
É com este orgulho e amor próprio, que qualquer Rotário deve abraçar
estas causas, pois elas são as verdadeiras que podem ajudar a
Humanidade.
Por vezes, como qualquer ser humano, o rotário tem dúvidas, tem
fraquezas, mas basta olhar para o trabalho realizado por Rotary no
mundo, para que a vontade em estar dentro do movimento rotário vença
pequenas fraquezas ou dissabores.
Estas palavras são sim uma mensagem, pois acredito que quem abraçou
Rotary é porque tem em si valores humanos e acredita que são estes
princípios que ajudarão a Humanidade. “Nem tudo o que reluz é ouro,
nem tudo o que gostamos é fácil, nem tudo o que parece é”
No dia 10.03.05 tivemos mais uma reunião do Rotary Club de Guimarães
onde José Neves, Luís Ferreira e João Monteiro saudaram as bandeiras, na
abertura protocolar das reuniões, onde João Machado nos deu as
boas-vindas e saudou os aniversários e onde uma vez mais o eficiente
secretário Fernando Neves nos deu conhecimento da secretaria.
Uma reunião não é só protocolo, é acima de tudo uma oportunidade de
aprender, de expor ideias, de procurar contribuir para o trabalho
colectivo de Rotary e acima de tudo de companheirismo.
Todos são profissionais das mais variadas áreas, onde têm opinião e
conhecimentos, que partilham nas suas intervenções.
Como dizia Januário Correia, o dia da reunião é um dia diferente, pois
para além de aprender com as intervenções dos Companheiros, tem em cada
rotário um amigo.
João Machado conta-nos a história do envelhecimento do granito, Sérgio
Pousada fala-nos de sistematização para se obter resultados, Fernando
Almeida emociona-nos com o prazer que sente em aprender a ser Rotário,
em ser pai, na retórica de saber ouvir.
Fernando Neves expõe a situação de uma grande obra do nosso clube à
comunidade, o “Banco de Cadeira de Rodas” embora reconheça que é preciso
fazer mais e melhor.
Sílvio Ribeiro inteira-nos dos trabalhos do seminário de presidentes
indigitados.
O presidente José Zamith saudou os 90 anos das Oficinas de S. José
(Centro Juvenil de S. José), obra extraordinária e que todos os
vimaranenses acarinham.
Vale a pena estar em Rotary, vale a pena assistir às reuniões de Rotary.
JN
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Reunião de 03 de Março de
2005: |
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“Ideias que se transformam
em força” |
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Grande
parte do sucesso das iniciativas de Rotary, devem-se ás ideias que vão
de encontro aos princípios do movimento e ganham cada vez mais adesão
pois têm a credibilidade e eficiência do sentido solidário e cívico de
servir a Humanidade.
A
presença de Rotary está em todo o lado em que é necessário um apoio ou
uma iniciativa, para corrigir as assimetrias da sociedade, na tentativa
da paz e no acreditar num mundo com valores éticos.
Os
exemplos podem ser simples, mas importantes, como a forma que o nosso
companheiro João Machado, viu no apoio ao clube de futebol da sua terra,
o Juventude de Ronfe, não no sentido de notoriedade mas sim de ajudar a
juventude da comunidade ter um espaço privilegiado de saudavelmente
crescer sem os perigos que a inércia e más companhias desencadeiam,
promovendo a amizade, o espirito de ajuda ou de equipa, dando-lhes a
possibilidade de com a sua contribuição darem orgulho à sua comunidade.
São 300 jovens, divididos pelos vários escalões etários, que
regularmente praticam desporto de uma forma saudável e honesta.
É uma
iniciativa que implica os seus custos financeiros, mas como ele diz,
desde que não se cometam loucuras tudo se resolve com a boa vontade da
população. Nesse sentido no dia 8 de Abril vai promover um jantar de
angariação de fundos e assim de uma forma simples e não ostensiva pode
ajudar a colmatar algumas necessidades para levar por diante tão
louvável iniciativa.
Como
dizia na ultima reunião, de 03.03.05, Sérgio Pousada, “a juventude
tem que estar dentro de nós” na sua intervenção em que falou contra
o tradicional queixume dos Portugueses, o nosso “Fado” e onde referiu
que bom aluno não é só o que tira boas notas mas sim o que contribui
para acrescentar positivamente algo na instituição onde estuda. O mesmo
se refere aos professores.
Foi
uma reunião onde uma vez mais o Rotary Club de Guimarães contribuiu com
um Paul Harris, para Rotary Foundation através de Luís Ferreira.
Na
tradicional saudação às bandeiras o presidente José Luís Zamith,
Fernando Neves e João Machado cumpriram a cerimónia.
Manuel
Oliveira, na sua intervenção congratulou-se pela revolução na indústria
têxtil onde a capacidade produtiva nacional se junta a marcas
internacionais para alcançar nichos de mercado, onde não só a mão de
obra barata conta.
Fernando Neves na sua intervenção, lembrou a necessidade da actualização
do “Banco de cadeira de rodas” e a necessidade de protocolar o
Rotary Club de Guimarães como entidade de utilidade pública.
A
criação da Liga dos Amigos do Hospital foi enaltecida por Fernando
Almeida, onde Rotary está bem representado pelo nosso clube.
Casimiro Ribeiro, antes do fim da reunião, referiu
“As ideias que se transformam
em força”
das
iniciativas que Rotary leva a efeito por todo o mundo.
J. N.
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