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Julho/Agosto 2004 Setembro/Outubro 2004 Novembro/Dezembro 2004 Janeiro/Fevereiro 2005 Março/Abril 2005 Maio/Junho 2005 |
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| Reunião de 30 de Junho de 2005: | ||
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"Novo Ciclo, nova energia" |
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O ano rotário começa a 1 de Julho até 30 de Junho do ano seguinte. Na reunião de 30.06.05 tivemos a transmissão de tarefas, onde o novo presidente Sílvio Ribeiro tomou posse. Foi uma reunião festiva pois para além dos companheiros do clube e suas esposas, estiveram presentes vários clubes amigos e alguns convidados institucionais. Sílvio Ribeiro começou por historiar um pouco o movimento rotário, para de seguida dar algumas indicações do que serão as principais prioridades do seu mandato. Foi uma reunião que teve vários momentos altos, como a entrada de dois novos companheiros muito aplaudidos, Agostinho Gonçalves, distinto industrial da nossa comunidade e pessoa de várias intervenções cívicas na comunidade, António Jacinto distinto advogado, com um curriculum invejável de intervenção na sociedade sempre com sentido cívico. Houve também a apresentação do livro “ Vade-mécum Rotário” escrito por Casimiro Ribeiro. Um livro que é uma autêntica cartilha de rotary e do movimento rotário, num discurso claro e profundo, um trabalho extraordinário que seguramente ultrapassará as fronteiras do nosso clube. Rotary é movimento, é intervenção, é solidariedade, é fomento da amizade, da Paz e da tolerância. Richard L. Evans, presidente de Rotary International em 66/67, teve uma definição maravilhosa, para a razão de existir rotary: “Onde houver uma criança faminta para alimentar, Um homem ignorante para educar, Um jovem clamando por orientação, Qualquer incompreensão ou conflito entre as pessoas, Desconfiança em toda a parte, Um verdadeiro amigo por encontrar, Aí haverá razão para existir Rotary”. São vários os objectivos que Rotary Club de Guimarães, tem pela frente neste inicio do segundo século de Rotary, normalmente o clube funciona em bloco, todos tem consciência da importância que a sua colaboração e importante para o êxito dos objectivos e do sentido de servir do clube. Antes do fim da reunião, ofereceu-se mais um “Paul Harris”, galardão que significa que o nosso clube, através de um seu membro contribui para a Rotary Foundation, organismo que organiza os vários investimentos internacionais de carácter humanitário e filantrópico. J. N. |
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Reunião de 16 de Junho de 2005: |
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“Ano 2070” “ Acabo de completar 50 anos, mas tenho problemas renais graves, o meu aspecto é de 80 anos como o meu avô que morreu quando eu era criança. Creio que tenho pouco tempo de vida. O meu médico diz que é por beber pouca água pura, mas ela quase não existe e é cara. A que há ou é impura ou dessalinizada. Recordo quando tinha 5 anos, em 2035, tudo era diferente, haviam árvores, jardins e rios. Tomávamos banho de chuveiro em vez das toalhas de azeite mineral que se usa na nossa limpeza diária da pele. Lavávamos os cabelos fartos com água em vez de termos de rapar a cabeça para mantê-la limpa como agora. Lembro-me das brincadeiras que fazíamos enquanto o meu pai lavava o carro, atirando água uns aos outros e chapinhando a água na calçada. Tudo isto acabou, tenho só direito a meio copo de água por dia e tenho que ir ao centro tomá-la. A pouca água que existe é utilizada pelos cientistas ou os poderosos, a restante está contaminada ou é dessalinizada. Lembro-me dos anúncios nas escolas para os cuidados com a água, mas ninguém ligava. Sinto a chegar o meu fim….” Este breve texto faz parte da carta que Fernando Neves nos leu na última reunião de Rotary Club de Guimarães, a propósito do grande objectivo de Rotary International para o próximo ano rotário “ Prover água potável, em regiões carenciadas”. São reflexões como estas, que fazem com as reuniões semanais tenham tanto interesse, recordam-nos o mundo para além do nosso meio ou dos nossos interesses imediatos. Dentro deste espaço, Actualidades e Comunicações, cada um traz os mais variados temas que a comunidade ou a humanidade em geral, necessita de ver resolvidas ou ajudadas e que é a grande intervenção de rotary. Mas também serve para nos dar indicações como “Os dez mandamentos do relacionamento no trabalho” que o mesmo Fernando Neves nos leu, referia apenas o oitavo “Para os cargos de chefia, lembre-se que o exemplo vale mais do que palavras”. Estes momentos servem também para homenagear, como Américo Simões nos brindou com um delicioso poema de Eugénio de Andrade; “Passamos pelas coisas sem as ver, gastos, como animais envelhecidos: se alguém chama por nós não respondemos, se alguém nos pede amor não estremecemos, como frutos de sombra sem sabor, vamos caindo ao chão, apodrecidos” As reuniões de rotary, são momentos de convívio e de companheirismo, mas põe também à prova o nosso conceito de servir a comunidade e a humanidade em geral, tentemos atenuar os desequilíbrios da sociedade e ajudar-mos as nossas fragilidades. Todos nunca somos demais. J.N. |
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| Reunião antecipada para 07 de Junho de 2005: | ||
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“Encontro entre irmãos” |
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As comunidades vão se modificando através dos tempos, evoluindo, degradando-se ou mantendo-se, consoante os membros que as compõem. É evidente que me refiro à área que nos envolve ou região, aquela que influencia no dia a dia de cada um de nós. Dentro desta área poderão existir outras micro comunidades com outros sentidos específicos, mas refiro-me às nossas aldeias, vilas ou cidades. Nunca como agora, dependemos tanto do que nos circunda, do que nos envolve. A chamada globalização modificou literalmente o “modus vivendum” de cada indivíduo, não obrigatoriamente que lhe tirasse a individualidade, que julgo importante preservar, mas expõe muito mais as pessoas a influencias e consequências que terá que saber aproveitar ou defender-se. Uma questão ressalta imediatamente, quanto melhor estiveram os indivíduos da minha comunidade, melhor estarei eu ou os meus. Esta interacção convém cada vez mais ser ponderada, orientada (positivamente?), solidária e sincera. Claro que o resultado, o grau de positividade desta interacção vai depender dos indivíduos que a compõem e da capacidade de regeneração dessas comunidades. Rotary é um conjunto de profissionais, espalhados por todo o mundo, conscientes desta realidade e que procuram contribuir para que o dia a dia das comunidades possa ser melhor. Com este sentido de servir, o rotário tem consciência que só congregando-se é que podem ajudar comunidades distantes e mais necessitadas. Daí a importância de Rotary International, o coordenador das grandes acções de solidariedade. Mas o motor destas acções, são os clubes rotários, pois são eles que fazem os levantamentos das necessidades e implementam as acções. Por vezes coligam-se ou interagem quando a necessidade é maior. Daí que encontros entre Rotary Clubes, é importante, para além do companheirismo, poderá permitir renovação de ideias e possibilidade de implementação de acções conjuntas para servir as comunidades. Rotary Club de Guimarães reúne-se todos os anos com o Rotary Club de Matosinhos, com intuito de preservar a grande amizade que liga os dois clubes. São momentos de companheirismo e servem para lançar pontes de cooperação, em acções humanitárias. Fomos recebidos de uma forma carinhosa no “Chanquinhas”. Falou-se das comunidades e de rotary. O seu presidente, Vítor Seabra, desafiou-nos para nos associarmos no apoio do projecto de reestruturação do Hospital Simão Mendes em Bissau, e que deveríamos patrocinar um projecto comum de solidariedade. São momentos como estes que engrandecem Rotary, no seu sentido de contribuir para uma sociedade mais justa e solidária. J. N. |
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| Reunião de 02 de Junho de 2005: | ||
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“Civismo é preciso” |
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Houve duas notícias que me deixaram preocupado quanto ao que somos e para onde pretendemos ir como cidadãos e cujos títulos destaco: “ Distrito de Braga tem 27% dos atropelamentos nacionais de jovens” e “ Organizações de trabalhadores e de esquerda, defendem mais o não trabalho”. Quanto à primeira notícia, acho que todos nós temos que contribuir para acabar com esta falta grave de cidadania e de formação. Como pais será que estamos a esclarecer devidamente os nossos filhos das regras de conduta e cuidados a ter no seu dia a dia? Será que como condutores, respeitamos as normas de segurança da condução automóvel? Será que as entidades do estado têm os cuidados de planeamento da segurança, quando traçam as vias e as sinalizam? É seguramente com as respostas a estas questões que poderemos contribuir para que tal notícia não seja repetível. Quanto à segunda notícia, não tem muito sentido, pois a preocupação de garantia dos empregos e uma melhor qualidade dos mesmos compete a todos, como profissional e cidadão atento ao que se passa no meu país, tenho de ter noção que sem trabalho não há riqueza e sem riqueza não pode haver melhor qualidade de vida. Sempre ouvi dizer “ que o trabalho dá saúde” ao que normalmente se responde “então que trabalhem os doentes”. Claro que não passa de um dito popular, mas o facto de sabermos que estamos a contribuir para a realização de algo (riqueza ou benefício para a sociedade) graças ao nosso trabalho deixa-nos satisfeitos e isso faz-nos sentir melhor. Quando ouço falar de um aluno brilhante, seguramente que estamos perante alguém que trabalha muito nos seus estudos. Quando ouço falar de um empresário de sucesso, seguramente estamos a falar de alguém que muitas vezes abdicou do seu bem-estar, para poder fazer mais. Acredito que podem existir génios ou pessoas com sorte, (exceptuando os batoteiros) mas estes não são a regra. Sei que a necessidade de trabalho é relativa, mas que o trabalho é a origem das coisas, não há dúvida. São questões como estas que aparecem nas reuniões semanais do Rotary Club de Guimarães, que ouvimos e reflectimos, para podermos contribuir para um mundo melhor. Na reunião de 02.06.05, saudaram as bandeiras, António Ribeiro, José Guimarães e Casimiro Ribeiro, João Machado fez as saudações do protocolo e Fernando Neves deu o conhecimento da secretaria. O presidente confirmou a sua presença nas comemorações do Dia de Portugal de Camões e das Comunidades, que este ano se realiza em Guimarães. Leu-nos ainda algumas curiosidades que contribuem para o nosso enriquecimento cultural. João Monteiro deu-nos conhecimento da palestra que Francisco Zamith deu em Castelo de Paiva. Abel Silva salientou a reunião dos Ministros dos Negócios Estrangeiros Ibero-Americanos, que se realizou em Guimarães e que seguramente irá levar o nome da nossa terra por todo o mundo. Antes do fim da reunião, António Lopes, referiu ainda que na Polónia, a distribuição do lay out nos hipermercados, é diferente, pois aí as questões culturais sobrepuseram-se às regras do marketing. J. N. |
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| Dia 25 de Maio de 2005: | ||
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“Honra… ainda existe?” Nos dias de hoje, onde poucos são os que preservam valores de humanidade, sinto que é urgente revelar e demonstrar, aos jovens que vale a pena reaver os valores humanos que podem fazer com que encaremos o futuro com esperança. Julgo que todo o ser humano reconhece que justiça, liberdade, solidariedade e verdade, fazem falta para o nosso equilíbrio emocional e humano, para que possamos sentir a alegria e vontade de viver. O sentido fundamentalista de alguns caminhos de vida, tem pervertido muito esses valores e tem levado a Humanidade para situações penosas, expectativas amargas e redutoras. Tem levado a sociedade para situações repelentes e quase de decomposição, cheia de escroques, dissimulados e quantas vezes sanguinários, uma sociedade em que a bondade é hostilizada, a verdade é alvo de ofensivas constantes de maldade e desprezo. Há dias, numa reunião do Rotary Club de Guimarães, um companheiro dizia que devemos saber porque estamos em Rotary. Eu estou em Rotary, porque acredito que a força de Rotary Internacional, em que estão espalhados por todo o mundo um milhão e duzentos mil profissionais, acreditam que os valores da humanidade pode ajudar a debelar as ofensivas que teimam em incendiar a condição humana. O advento da Humanidade sã, tem que estar ao lado dos que acreditam que pode haver um mundo melhor. Um rotário é um verdadeiro cidadão do mundo. Sente-se comprometido com o projecto pela Paz e compreensão mundial para a Humanidade. Tem o espírito universal da fraternidade. Actua unido, pois sabe que muitas vezes só assim, é que pode vencer as grandes contrariedades. Vou contar uma pequena história, que se passou com um nosso companheiro e que demonstra bem quão fácil é viver quando se acredita nos valores. O nosso companheiro António Ribeiro, empresário da construção civil, conta que tendo a sua empresa sido encarregada da recuperação de um solar em Vilar de Perdizes, perto de Chaves, a alguns anos atrás, quando as comunicações e nem os acessos eram fáceis e como eram necessários materiais diversos, ele tentou junto de um armazém em Chaves expondo o que necessitava e entregou um cartão da sua empresa para que o comerciante obtivesse informações junto do banco para poder satisfazer a encomenda. O homem sorriu e disse simplesmente: Não tenho necessidade disso. Ficou admirado e disse como o não conhecia como podia acreditar nele. Ao que o senhor respondeu: Não preciso de mais referências do que aquela que o senhor traz na lapela, o emblema de Rotary oferece-me todas as garantias. É uma história simples, mas que demonstra como seria fácil a vida caso se levassem a sério os princípios humanos e os valores da Humanidade. J.N. |
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| Reunião de 19 de Maio de 2005: | ||
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“Consciência de cidadania”
Portugal está inserido numa das zonas mais evoluídas do mundo, a Europa.
Mas nem sempre os portugueses
têm consciência de que esse privilégio implica responsabilidades e
deveres. Está provado por um processo factual a que podemos ter acesso
de uma forma simplificada, que um povo que respeite as leis de uma forma
livre, compreenda o seu papel na sociedade, cumprindo a sua parte,
respeitando os outros, sendo tolerante, e ajudando os que precisam,
sendo solidários, esse povo certamente terá uma melhor qualidade de
vida, basta olhar para os países mais evoluídos.
Julgo importante referir-me a este assunto dado
que neste momento atravessamos uma crise, acima de tudo de autoconfiança
e que todos temos de dar as mãos para ultrapassarmos os problemas
conjunturais que existem. Aproveitemos estas dificuldades para também
mudarmos um pouco a nossa maneira de ser, de derrotistas e depressivos
para os que acreditam de que são capazes e acima de tudo credíveis.
Rotary tem uma fórmula que utiliza como
princípio básico para todos os rotários, a famosa “Prova Quádrupla”.
Cada um deve usá-la quando pensa, fala ou faz; Ser verdadeiro;
Ser justo; Ser tolerante e Ser solidário. Julgo que se
todos os portugueses aplicassem esta fórmula, seguramente
ultrapassaríamos estes tempos e melhoraríamos os nossos padrões de vida.
As reuniões de rotary, são como as cerejas, à
medida que vão havendo intervenções, há sempre mais algo para dizer ou
algo para aprender.
Assim foi na reunião de 19.05.05, depois da
saudação às bandeiras por Abel Silva, Casimiro Ribeiro e João Machado,
este no momento do protocolo lança-nos o primeiro desafio “ Os homens
juntam-se pelo convívio mas acima de tudo porque sabem que juntos podem
fazer muito mais”. "Visemos a pratica de servir e a ética no nosso dia a
dia”.
Fernando Neves depois de ler a secretaria
premeia-nos com um pequeno poema “ Como ter um amigo”. Sílvio Ribeiro, o nosso próximo presidente, antecipando-se apresentou o programa do próximo ano rotário assim como todo o planeamento, demonstrando que não guardes para amanhã o que podes fazer hoje.
João Monteiro, falou-nos sobre a entrega da
carta constitucional ao Rotary Club de Resende, terra das cerejas.
Casimiro Ribeiro, a propósito do dia de Sto.
Ivo, patrono dos advogados, contou-nos a lenda deste santo. Lançou-nos
ainda uma reflexão; “ Porque é que sou rotário? O que nos faz rotários?”.
Referiu acima de tudo porque somos profissionais!
Fernando Xavier, apresentou-nos o empresário
Agostinho Gonçalves seu convidado.
Abel Silva, antes do fim da reunião, lembrou que
a riqueza dum país são as suas matérias prima e a do nosso país é o
Turismo, os serviços e o comércio, por isso à que olhar com atenção para
o futuro. J. N. |
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| Reunião de 12 de Maio de 2005: | ||
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“Companheirismo é partilha” |
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Volto ao tema companheirismo, pois acredito que seja um dos principais pilares do dinamismo do movimento rotário, pois é a melhor forma de pôr as pessoas em acção. Em conjunto com a comunidade e a humanidade, o companheirismo devem ser as peças chave dominantes, na actuação dos Rotary Clubes, para que o segundo século que se inicia, tenha o sucesso dos últimos cem anos.. Temos de ver o companheirismo, não como a causa ou o fim, mas a forma e o meio para obtermos e promovermos tudo o que é necessário fazer. Devemos saber aproveita-lo, como alguns de nós o fazem, multiplicando esforços para o bem comum e pelos mais necessitados. Toda esta força, deve ser colocada nos programas que Rotary implementa nas comunidades e no mundo. Tantas oportunidades existem nesses programas, dia a dia e isso só depende de nós, para não ficarmos apenas pelo discurso estéril ou teoria estática. Numa época em que o individualismo predomina, falar em companheirismo parece utópico, mas é aí que reside a verdadeira força dos Rotary Clubes, pois estes são compostos por profissionais bem sucedidos e estes percebem esta oportunidade e não a deixam escapar. A reunião semanal dos clubes é a oportunidade de escutar, aprender e partilhar o bem comum e de podermos dar as mãos para a paz e compreensão mundial, pela Humanidade. Companheirismo para mim é a alma e o instrumento da força de Rotary. Na reunião de 12.05.05 tivemos uma vez mais todas estas oportunidades, desde a saudação às bandeiras por, Carlos Vieira, Freitas Pereira e João Machado, este no momento do protocolo, depois de anunciar os aniversários, desafiou-nos com uma reflexão sobre a vida, se é curta ou comprida, boa ou má. Depende de cada um desde que saiba viver pequenas felicidades, partilhar e ser actor e não espectador. O presidente deu-nos algumas estatísticas da nossa realidade autárquica. Francisco Zamith exortou o trabalho de uma companheira de Sesimbra que angariou 100 bolsas de estudo. Esclareceu ainda que em Rotary, Assembleia é formação e Conferência é exortação. Casimiro Ribeiro deu conhecimento do relacionamento do nosso clube ao Rotary Club de Viterbo(Itália). Abel Silva a propósito da sua recente visita à China, deu-nos conhecimento de algumas curiosidades como; pela primeira vez houve férias obrigatórias do dia 1 a 8 de Maio; os reformados passam automaticamente a fiscais da limpeza, ficando com metade da multa etc. Sérgio Pouzada, lembrou uma vez mais que a sociedade evolui se cada um evoluir e a necessidade da inovação para essa evolução. Referiu ainda o próximo encontro da Ordem dos Engenheiros em Viana do Castelo, onde normalmente se dá conhecimento das mais recentes novidades. Carlos Vieira lembrou a necessidade de desafiar os jovens com acções para a inovação e design, como forma destes contribuírem para o futuro do nosso país. JN |
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| Reunião de 05 de Maio de 2005: | ||
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“Impossível? … comecemos já” |
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Existem questões que por vezes nem governos, nem OMG’s conseguem resolver, só uma organização supra partidária e independente, presente em todo o mundo, como Rotary International, pode ajudar a resolver aquilo que parece impossível. Recentemente, no dia 10 de Abril, na Índia, em virtude da ameaça do reaparecimento da Poliomielite, Rotary International desencadeou num só dia a vacinação de 170 milhões de crianças. Foi possível graças ao voluntarismo dos rotários locais e estrangeiros, das suas famílias e organizações de saúde. Foi uma jornada impressionante, mas conseguida. Um dos grandes objectivos a ter início no próximo ano rotário, é o fim da iletracia no mundo. É um objectivo perturbador, quase impossível, mas revisitemos o objectivo de 1985 de Rotary International “Erradicação da Polio até 2005” em que mesmo as Nações Unidas achavam impossível de alcançar e o que é um facto hoje, praticamente foi conseguido. Poderão ainda existir pequenos casos isolados mas como atrás refiro, continuamos a vacinação, pois só é considerado extinto quando durante três anos seguidos não aparecer nenhum caso. Por isso há que acreditar e iniciar os programas para o conseguir. Ser rotário, é acima de tudo acreditar em si, como parte de uma enorme corrente de seres que em conjunto podem contribuir para um mundo melhor. Na última reunião de 05.05.05 (será que quer dizer algo?) onde foram convidados para a saudação às bandeiras, Duarte Bicho, Manuel Machado e José Neves, o presidente José Zamith, fez algumas considerações sobre a capacidade de Rotary para enfrentar tais desafios. No momento de actualidades, Francisco Zamith deu conta da homenagem que o PGD Marcelino Chaves, recebeu da Câmara de S. João da Madeira. Pessoa que como rotário, esteve sempre ligado a iniciativas e associações de carácter social e comunitário daquela localidade e internacional. Manuel Machado congratulou-se pelo êxito da nossa recepção aos clubes franceses que nos visitaram. Orlando Martins representou o nosso clube na homenagem que Rotary Club de Sto. Tirso fez ao presidente da edilidade local. Sérgio Pouzada, relatou a sua recente visita a Gent na Bélgica, no âmbito do intercâmbio de Universidades Europeias, onde uma vez mais se referiu a juventude como aposta para o futuro. Lembrou que esta nossa região é das mais jovens da Europa, porque não aproveitarmos este potencial. Referiu ainda a importância que cada individuo tem para o bem-estar e sucesso da comunidade, relatando uma interessante passagem na sua visita “ Quando chegava ao aeroporto, o jovem motorista como que a despedir-se referiu ao microfone, (Senhores passageiros reparem como está um bonito dia de primavera, desejo-vos uma boa viagem) a sensação foi óptima e foi tão simples para agradar. Antes do fim da reunião, Manuel Oliveira lembrou que qualquer alocução não deve ter mais do que 5 minutos, pois corre-se o risco de não ter a atenção dos ouvintes a não ser em casos excepcionais. JN |
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