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  Reunião de 24 de Fevereiro de 2005:  
 

 

 
 

“100º Aniversário de Rotary”

 
 
 

Paul Harris, advogado em Chicago, tem a ideia de juntar três amigos de profissões diferentes, comerciante de carvão, engenheiro de minas e um gráfico e fundam em 23 de Fevereiro de 1905 o “Rotary” (rotatividade das reuniões nos escritórios uns dos outros) um movimento de profissionais , com o intuito de consolidar amizades, encorajar a tolerância política e religiosa, e criar boa vontade de servir. Tendo como símbolo “ Dar de si antes de pensar em si” rapidamente outros profissionais de sucesso aderem ao movimento, iniciando inevitavelmente um ciclo de grandes realizações.

Passados cem anos, o movimento Rotário, conhece uma vitalidade impressionante, espalhada por todo o mundo, em 165 países, com 31.300 Clubes e 1.300.000 rotários.

Tem um orçamento anual cerca de 150.000.000 de euros, para apoio a programas Humanitários e Desenvolvimento.

Segundo o jornal americano “Quality” Rotary , é uma das cinco maiores fundações do mundo ao lado da Fundações como “Bill Gates”, “Rockfeller”, “Ford” e “Nobel”.

Rotary é parceiro nas várias vertentes do seu sentido de servir, de organizações como a ONU, OMS, UNESCO, para além de muitas nos vários países onde está inserido. 

Os seus programas anuais são vários; na saúde, com vacinações massivas nos países com epidemias, com as vacinas e voluntários, criação de hospitais em zonas carenciadas, no apoio e tratamento.

Na educação, as 35.000 bolsas educacionais anuais, criação de escolas e bibliotecas por todo o mundo, apoio a professores universitários de países carenciados e para professores que queiram apoiar acções de formação em países subdesenvolvidos, o intercâmbio de jovens entre países e em acções específicas, são cerca de 7.000 jovens.

No desenvolvimento, com apoio à criação de redes de água e saneamento, prospecção de água, construção de casas, planeamento e criação de pequenos negócios, em países em desenvolvimento.

Programas contra a fome e apoio a catástrofes, etc.

Foi realmente com orgulho que comemoramos o 100º aniversário no nosso clube no dia 24.02.05, com a presença do companheiro Governador Diamantino Gomes, da Vereadora da Câmara Municipal de Guimarães, Dra. Francisca Abreu e do Monsenhor José Maria, a quem o presidente José Luís, convidou para a saudação às Bandeiras.

Durante a cerimónia entregaram-se medalhas de reconhecimento pela contribuição Major d’Honnor, a Francisco Zamith e cinco contribuições Paul Harris a esposa do Compº João Monteiro D. Engrácia Monteiro, Compº. José Guimarães, Compº. Luís Ferreira, Compº. Domingos Miranda e Compº. Sílvio Ribeiro.

Entregaram-se ainda os reconhecimentos da Fundação Rotária Portuguesa aos patrocinadores do nosso clube de Bolsas de Estudo.

Foi sem dúvida uma comemoração digna dos 100 Anos de ROTARY.

                                                                                                                         JN

 
 
     
  Reunião de 17 de Fevereiro de 2005:  
 

                                                                                                                      

 
 

“Há que travar a onda de falências”

 
 

Urge tudo fazer para que as empresas não conheçam os chamados riscos de falência, dado que são elas que garantem o emprego da maioria da população e consequentemente, o bem-estar da nossa sociedade.

Primeiro há que compreender as causas e analisar as soluções possíveis para evitar tal epílogo.

Numa economia cada vez mais global, existem conjunturas que poderão condicionar o sucesso das empresas e aí, é importante a estas terem estratégias bem definidas e pessoas capazes para implementar soluções realistas e por vezes corajosas.

Para além disso, as causas estão normalmente associadas ao endividamento excessivo das empresas cujos resultados não são suficientes para gerar recursos bastantes para cumprir as obrigações de que dele derivam. Falências e empresas em dificuldade sempre houveram e haverá, pois é inerente à própria dinâmica da vida económica em toda a União Europeia, mas em Portugal essas ocorrências atingem índices mais elevados, porquê?

Diz-se que o crédito melhora a qualidade de vida, mas numa sociedade virada para o consumo, corre-se o risco de excesso de endividamento caso não se avaliem as reais capacidades de solver esses compromissos. A fragilidade do endividamento, a falta de formação e produtividade, a atitude pouco cooperativa das instituições do estado, reflecte-se no funcionamento das empresas e é um sintoma grave dos males endémicos que justificam o nosso atraso no contexto europeu.

Foi sobre este tema que se debateu na reunião do dia 17.02.05 e .  sobre o novo artigo 35º do Código das Sociedades Comerciais, apresentado na palestra do companheiro Freitas Pereira. Foi uma palestra actual e que se inscreve no trabalho dos Serviços Profissionais.

Na saudação às bandeiras, o Presidente convidou, Freitas Pereira, Sérgio Pousada e António Lopes.

Na falta de João Machado, Casimiro Ribeiro desempenhou o protocolo

Fernando Neves deu conhecimento da secretaria e referiu o exemplo de Faria Martins como empenho em Rotary.

Abel Silva foi referido como elemento que tem feito falta às reuniões, mas que a sua convalescença tem sido positiva e que brevemente poderemos contar com ele.

Sérgio Pousada, referiu as comemorações do 31º aniversário da U.M. e o contributo positivo que esta Universidade tem perante as necessidades do País. Referiu ainda a nomeação Doutor Honoris Causa a Joaquim Chissano, pelo contributo para a paz em Moçambique.

José Guimarães, representante do nosso Clube na Rotary Foundation, referiu que o valor para os bolseiros ronda os 80.000€ e que o projecto para as Oficinas de S. José de 8.000€ foi contemplado através dos subsídios simplificados. Referiu ainda antes do fim da reunião, a oferta de uma bolsa ocupacional de cerca de 21.000€ para um professor da U.M. para qualquer universidade à sua escolha.

                                                                                                                        J.N

 
  Reunião de 10 de Fevereiro de 2005:  
 

 
 

“ A Paz é possível “       

 
 

“ O maior obstáculo à Paz Mundial é a convicção generalizada de que é impossível não haver guerra” São palavras e Frederik Heffermel na sua obra sobre a Paz.

Não há duvida que a história nos diz que as pessoas e os povos, preocupam-se mais com a cultura da guerra do que com a cultura da Paz. Todos os diferendos eram resolvidos com guerras, todos os conflitos eram resolvidos nos campos de batalha. Inclusivamente a honra pessoal era??? alcançável de duas maneiras; ou vencedor no campo de batalha, ou morrer a lutar. A importância de uma civilização ou nação era??? avaliada pela sua capacidade militar. Esta cultura da guerra sempre interessou às nações mais poderosas, pois servia para obter ou confiscar riquezas, às nações ou povos vencidos. É evidente que isto acontece porque à frente dessas nações têm dirigentes com visões hegemónicas de poder.

Há pouco tempo ouvi um político de uma importante nação dizer; “Se queremos a Paz preparemo-nos para a guerra” ???

Há que mudar esta forma de pensar. Já a partir da segunda metade do século XX, começaram a aparecer vozes, realizações e sinais da mudança de mentalidade, para valorizar a Paz. Com o fim da segunda guerra mundial, cria-se as Nações Unidas como forma de cooperação entre as nações e para ajudar a resolver conflitos. Há uma frase no documento da constituição da Unesco que reflecte bem esta mudança de mentalidade;” uma vez que as guerras começam na mente dos homens, deverá ser também na mente dos homens que a preservação da Paz deve começar a ser construída”.

Mesmo o movimento hippies, é um sinal de mudança na mentalidade da juventude no sentido da Paz.

A Paz não deve ser encarada apenas como um objectivo, mas um caminho e uma forma de estar. Não chega só a ausência da guerra, é preciso encarar a cooperação como forma de resolver conflitos e assimetrias entre as nações. É preciso assumir a coexistência pacífica como forma consciente das diferenças entre povos e nações dando valor à tolerância.

Foi sobre este tema que Casimiro Ribeiro fez uma extraordinária palestra, na reunião de 10.02.05, onde foram convidados para a saudação às bandeiras Francisco Zamith, Casimiro Ribeiro e José Guimarães.

Américo Simões desempenhou as funções do protocolo felicitando o presidente José Luís Zamith, pelo seu aniversário.

Fernando Neves leu a secretaria, lembrando os eventos a realizar na próxima semana.

O presidente agradeceu as felicitações e explicou que estava presente pois o aniversário deve ser comemorado em família e ele considera Rotary como família.

Sílvio Ribeiro relatou a visita com outros companheiros em representação do Clube ao Rotary Club de Seia. Desde a forma carinhosa como foram recebidos, a visita ao Museu do Pão, Museu do Brinquedo, a criação da Confraria do Queijo e a prova do queijo com mesa farta. Belo fim de semana de companheirismo e cheio de ensinamentos.

Américo Simões referiu antes do fim da reunião, duas notícias sobre duas pessoas ligadas a Guimarães e que nos enchem de orgulho. Um vimaranense radicado em Ovar, que é o principal organizador do Carnaval de Ovar, outro um luso descendente cujos pais são vimaranenses e que foi considerado o melhor cozinheiro do mundo.

                                                                                                                   JN

 
  Reunião de 03 de Fevereiro de 2005:  
 

“Apostar na juventude é apostar no futuro”

 
 

 
 

 “Apostar na juventude é apostar no futuro”

          As grandes preocupações de Rotary International são; Saúde e o Bem Estar; Paz e Concórdia Mundial; Educação e Juventude.

            Para um futuro saudável da Humanidade, passa obrigatoriamente pelo desenvolvimento saudável da juventude de hoje. Rotary International tem vários programas que visam esta intenção. Destacava neste momento, os RYLA. Literalmente significa, Prémio Rotário de Liderança Juvenil. Consiste em premiar jovens da comunidade que tenham demonstrado valores humanos e de liderança, com períodos de férias agradáveis e úteis em conjunto com outros jovens, fomentando a amizade e espírito de equipa; permitir o conhecimento de novas comunidades ou regiões, as suas potencialidades, fontes de desenvolvimento, costumes e tradições; permitir aos jovens o conhecimento dos ideais rotários.

           Realizam-se durante as férias escolares da Páscoa e pode-se candidatar qualquer jovem da comunidade sem qualquer custo para ele, bastando ser proposto pelo Rotary Clube da sua região.

Na reunião de 03.02.05 o presidente José Luís Zamith deu conhecimento que o RYLA deste ano, realiza-se em Vila Real.

           Na saudação às bandeiras, convidou Américo Simões, Fernando Almeida e Freitas Pereira.

João Machado, no momento do protocolo lembrou os aniversários da semana.

           Fernando Neves, leu a secretaria e lembrou estar na altura de contactar as escolas para a indicação dos melhores alunos do ano 2003/2004, que Rotary Club de Guimarães tradicionalmente contempla com um prémio pecuniar.

          A propósito das comemorações do centenário de Rotary, Casimiro Ribeiro, João Machado e outros deram várias ideias para assinalar o facto.

          Sílvio Ribeiro, presidente indigitado para o próximo ano, distribuiu a lista de cargos dos companheiros e pediu reflexão para as funções que cada um tem para cumprir.

Ferraz de Moura, deu conhecimento do interesse demonstrado pela Escola EB2 de Fermentões, para se repetir o Fórum das Profissões, que Rotary Club de Guimarães levou a efeito no ano passado.

          Manuel Machado, lembrou que a genialidade e humor, podem estar associadas e serem um incentivo para enfrentar o dia dia, a propósito do espectáculo de Jô Soares.

          A notícia dos jornais, relativamente ao ranking de poder de compra e em que coloca Guimarães em 112º, Manuel Oliveira acha que essa degradação se deve ao tipo de indústria da região que tem gerado muito desemprego e baixos salários.

                                                                                                                                                                          JN

 
  Reunião de  27 de Janeiro de 2005:  
 

 
 

“20.000 Pessoas morrem por dia de fome”

 

É realmente impressionante a crueza desta realidade. Nos tempos actuais, em que o mundo conhece tanta evolução e riqueza, parece impossível esta verdade.

Mas as realidades duras sobre pobreza não ficam por aqui. Cerca de 4 biliões de pessoas sobrevivem com menos de 1,5€ por dia. Lembremo-nos que 4 biliões são dois terços da população mundial e destes, 1 bilião, sofre problemas graves de desnutrição.

Foi o pedido feito pelo governador Diamantino Gomes, quando da visita ao Rotary Club das Taipas, para que todos os rotários reflictam sobre este problema.

Os rotários de todo o mundo em 1985 lançaram uma campanha de erradicação da poliomielite, com a OMS e a UNICEP. Quase já vencemos esse desafio. Mas para isso bastou as nossas contribuições e voluntários para dar as vacinas. Trabalho extraordinário, mas possível. Mas para combater a pobreza não chega doações e boa vontade. É preciso mudar mentalidades, conjugar esforços, paz, entendimento político, compreensão religiosa e educação.

A reflexão servirá pelo menos dessa tomada de consciência, e dentro do que a cada um compete, contribuir para as soluções nas suas comunidades e aguardar uma solução concertada para minorar este flagelo e que nos leve a um mundo melhor.

Preocupações que foram partilhadas na reunião de 27.01.05, realizada na sede do Rotary Club de Guimarães, onde na saudação às bandeiras o presidente convidou, Jaime Areias, Faria Martins e Fernando Xavier. João Machado desempenhou o protocolo e Fernando Neves leu a secretaria.

No momento do presidente, este relevou a assiduidade que as reuniões no nosso clube têm, pois isso deu-nos até agora o primeiro lugar no distrito 1970. Positivo quanto a Guimarães negativo quanto ao distrito.

Sílvio Ribeiro para além de referir as visitas à Covilhã e Porto, referiu a passagem dos 60 anos do encerramento do campo de concentração de Auschwitz. Apelou para que tragédias destas não se repitam.

Jaime Areias, lembrou que não só este caso, mas também o que aconteceu na Rússia de Estaline, o que se passou no Ruanda etc. Infelizmente acontecimentos que demonstram a falta de compreensão de alguns e que todos nós devemos impedir.

Fernando Xavier preferiu enaltecer a nossa assiduidade, mas referiu também a necessidade de mais acções condizentes com os nossos princípios.

Faria Martins, lembrou que 29.04 é a chegada dos companheiros de Jonzac, França.

José Guimarães alertou para os malefícios do tabaco, mesmo para os fumadores passivos, reconhecendo a importância da nova lei anti-tabaco.

Para a semana há mais e entramos no mês da “Compreensão Mundial”

                                                                                                                             JN.

 
  Reunião de  20 de Janeiro de 2005:  
 

 
 

"QUEM NÃO AMA, NÃO VIVE"

 
 

Singular trecho do poema de um fado de Coimbra, que aqueceu um pouco a noite fria serrana, num pitoresco lagar de azeite, numa “Lagarada” Beirã. É tradição na região da Cova da Beira, no fim da apanha da azeitona e no lagar depois de esmagar e espremer para fazer o azeite, ao fim do último dia, coze-se bacalhau, batatas e muitos grelos e jantam todos regando bem com o azeite ainda quente que se colheu.

Foi com este ritual, como prova de um dos pilares do movimento rotário, o Companheirismo, que o Rotary Club da Covilhã recebeu o nosso Rotary Club de Guimarães, para assinalar os trinta e cinco anos de geminação entre os dois clubes, a primeira em Portugal.

Com uma simpatia e hospitalidade própria de rotários e das boas gentes beirã, brindaram-nos no fim da “Lagarada”, com uma bela sessão de fados de Coimbra e uma enorme demonstração de amizade.

Durante a tarde, fomos recebidos no salão nobre da Câmara Municipal da Covilhã, pelo vice-presidente da edilidade, Dr. Alberto Alçada, o qual nos informou que a Câmara dias antes tinha distinguido o Rotary Club da Covilhã, com a Medalha de Mérito Municipal, pela sua acção na comunidade.

Mas não foi tudo, no dia seguinte 23.01.05, tivemos uma reunião conjunta com almoço.

O presidente do Rotary Club da Covilhã, Carlos Trenas, presidiu à reunião e convidou na saudação ás bandeiras, José Luís, Francisco Zamith e Silva Leal.

Seguiu-se a admissão de um novo rotário para a Covilhã, António Rodrigues médico e exemplo de profissional na comunidade.

José Guimarães, no momento das actualidades e comunicações, entregou em nome de Rotary Foundation, o emblema com três rubis, pelos serviços prestados em rotary, a Francisco Zamith.

Francisco Zamith, após oferecer um livro da História do Rotary Club de Guimarães, ao Rotary Club da Covilhã, lembrou a propósito da forma calorosa como fomos recebidos, que a amizade não se compra, cultiva-se.

O nosso presidente depois de agradecer o carinho com que fomos recebidos, ofereceu uma placa comemorativa do encontro.

Carlos Trenas no encerramento da reunião, fez a saudação típica beirã “Bem hajam” como despedida.

Momentos únicos na minha vivência rotária.

                                                                                                                                                                 JN

 
  Reunião de  13 de Janeiro de 2005:  
 

 
 

“Ser solidário, é ser activo”

 
 

Os homens e mulheres associados em Rotary, são líderes profissionais, que se dedicam a melhorar a qualidade de vida na sua comunidade e no resto do mundo onde existam Rotary's Clubes.

Investem os seus conhecimentos, recursos materiais e humanos, para melhorarem as condições de vida das comunidades carenciadas.

Incentivam o fluxo livre de ideias e oportunidades aos jovens profissionais, através de intercâmbio entre países.

De tudo isto, é um exemplo extraordinário, que os Rotary's Clubes ingleses fizeram para apoiarem as vítimas do maremoto do sudoeste asiático.

Juntaram-se e em coordenação com Rotary's Clubs da região, em apenas 14 dias, disponibilizaram Kit's de sobrevivência para 20.000 pessoas, durante 3 meses. Esse Kit é composto por barracas de campanha, água, produtos de desinfecção, medicamentos básicos e equipamento de tratamento de águas, etc.

Foi um investimento de cerca de 6.000.000 de libras.

Este foi um exemplo entre muitos que por todo o mundo se têm multiplicado, por acção também dos 57 Rotary's Clubes que existem no Sri Lanka, dos 90 Rotary Clubs da Indonésia, dos 2.511 da Índia e dos 362 da Tailândia.

Foi um dos temas da nossa reunião de 13.01.05, onde em substituição do presidente, Carlos Vieira convidou na saudação às bandeiras Faria Martins, Freitas Pereira e Fernando Neves.

No momento do protocolo, Manuel Oliveira fez as saudações aos aniversariantes da semana e Fernando Neves desempenhou a secretaria.

Carlos Vieira, no momento do presidente, lembrou a bandeira de Rotary, ética profissional, como resposta às angústias do homem no seu comportamento condicionado do dia a dia.

Fernando Neves, referiu a vinda do Rotary Club de Jonzac, França em Maio.

João Monteiro falou da visita do nosso clube à Covilhã no dia 22.05

Sérgio Pousada, a propósito do auxílio dos kits de sobrevivência que seria uma oportunidade de negócio, para as empresas têxteis ou de plásticos, caso estivessem preparadas, para responderam para além dos produtos básicos que normalmente produzem. É na evolução de produtos mais técnicos que podemos salvar as nossas indústrias.

José Guimarães referiu a visita que a Associação dos Viajantes fez à torrefacção de café em Campo Maior. Segundo ele, ficou impressionado pela tecnologia e automação de todo o processo produtivo.

Casimiro Ribeiro, antes do fim da reunião, falou que um Rotary Clube é na realidade um clube de profissionais. Falou ainda na consciencialização de todos os rotários do seu papel no movimento. Apelou à reflexão e introspecção da ética profissional como referência da nossa presença na sociedade.

                                                                                                                                       JN

 
  Reunião de  06 de Janeiro de 2005:  
 

 
 

 Janeiro, mês da Consciencialização Rotária.

 
 

De nada vale um homem que professe grandes princípios, se não os sabe partilhar. Só seremos uma mão solidária, se tivermos consciência do nosso potencial ou do potencial do movimento Rotário. Um Clube Rotário não é uma ilha, faz parte de um grande movimento; ora um rotário tem que ter noção do real potencial que tem ao seu dispor para poder ajudar ou apoiar-se para fazer um mundo melhor. Um rotário deve tomar conhecimento dos programas que Rotary International tem, para compartilhar com os nobres princípios que todos ansiamos. Um rotário não se deve limitar a ser espectador, deve sim ser actor nas melhorias deste mundo. Um exemplo altruísta, que calou bem fundo, na reunião de 06.01.05, contrariando o materialismo do mundo actual, foi-nos dado, pelo nosso companheiro Sílvio Ribeiro, quando se ofereceu para voluntariamente, em qualquer parte do mundo, fornecer cuidados médicos dentro da sua especialidade, em que o Rotary tenha programas.

Esta reunião teve na protocolar saudação às bandeiras Casimiro Ribeiro, José Neves e João Monteiro. João Machado, cumpriu as normas do protocolo e Fernando Neves deu conhecimento da secretaria.

O presidente José Luís Zamith, no seu momento referiu a enorme tragédia do sudoeste da Ásia e lembrou o mês da “Consciencialização Rotária”.

Fernando Neves lembrou a falta que faz às nossas reuniões, o companheiro Faria Martins, que mesmo em convalescença não deixou de cumprir o dever protocolar de contactar com o Rotary Club de Jonzac, França.

Luís Ferreira, como eficiente tesoureiro do nosso clube, deu conhecimento das contas do primeiro semestre e lembrou que todos os apoios para a catástrofe na Ásia, iriam através da Fundação Rotária Portuguesa, que por sua vez seria integrada no apoio mais amplo de Rotary International.

João Monteiro, mencionou o programa da nossa visita ao Rotary Club da Covilhã.

Ferraz de Moura, responsável pelo nosso programa “Cadeira de Rodas” deu conhecimento do ponto da situação do mesmo.

Carlos Vieira e Januário Correia, falaram sobre o Tsunami e descreveram barbaridades que alguns jornalista emitem sobre este tema. Referiram ainda o nascimento na China, mesmo com as restrições aos nascimentos de mais que um filho, imposto por Mao, do 1.300.000.000 cidadão chinês.

Foi uma reunião rica em intervenções, consciencializemo-nos em Rotary.

                                                                                                           JN