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Reunião de 22 de Fevereiro de 2007 |
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VIDA ROTÁRIA ROTARY CLUB DE GUIMARÃES
REUNIÃO DOMICILIÁRIA NO 102º ANIVERSÁRIO DO ROTARY INTERNACIONAL
Cumprindo uma já longa tradição, o companheiro Abel Silva recebeu em sua casa o Rotary Club de Guimarães (RCGMR), numa reunião domiciliária em que se assinalou o 102º aniversário do Rotary Internacional, fundado em Illinois, E.U.A., por Paul Harris, em 23 de Fevereiro de 1905. Pela vigésima sexta vez, o companheiro Abel Silva e a sua esposa Maria de Lurdes, abriram as portas da sua casa, sobranceira à cidade, para acolher os companheiros do Rotary Club de Guimarães, numa reunião de bom e autêntico companheirismo, que contou também com a presença do Past-Governador Maurício Pires, do Rotary Club de Braga, da companheira Maria do Resgate, do Rotary Club de Vizela, e do Dr. Victor Sanfins, médico do serviço de cardiologia do Hospital Senhora da Oliveira, futuro sócio do RCGMR. Feita a usual saudação às bandeiras, o companheiro Past-Governador Francisco Zamith, assinalou de forma especial mais um aniversário do companheiro Aristião Campos, um dos sócios fundadores do Rotary Club de Guimarães. No seu momento de presidente do Rotary Club de Guimarães, João Monteiro, resumiu as suas actividades ao longo da semana, destacando a sua presença, em representação do RCGMR, na cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Sociedade Martins Sarmento e o Ministério da Cultura, representado pela respectiva ministra Dra. Isabel Pires de Lima, para a constituição da Fundação Martins Sarmento. Ainda no seu momento, João Monteiro deu conta da visita que fez durante a semana aos Rotary Club de Vila do Conde, de Santo Tirso, Vila Nova de Gaia (onde assistiu a uma palestra proferida pelo Past-Governador Francisco Zamith), Senhora da Hora (Matosinhos), Vizela (que comemorou o seu XV aniversário) e Vila Nova de Famalicão. Como forma de assinalar mais esta reunião domiciliária, João Monteiro entregou ao anfitrião Abel Silva um belíssimo quadro pintado por Maria Celeste, esposa do companheiro Agostinho Gonçalves, retratando a casa onde o mesmo nasceu, situada no centro histórico de Guimarães, gesto que o deixou algo emocionado pelas reminiscências que este momento lhe trouxe. A par disso, João Monteiro entregou ainda ao companheiro Abel Silva um singelo diploma de tributo do RCGMR à sua excepcional carreira profissional e empresarial e à sua total disponibilidade para o serviço à comunidade. João Monteiro terminou o seu momento dando conta das verbas que foi possível angariar no Jantar de Solidariedade que o clube promoveu no passado dia 10 no Hotel de Guimarães, com as quais foi possível adquirir até ao momento doze cadeiras de rodas, sem contar ainda com as verbas de companheiros ausentes desse jantar, que se mostraram ainda assim disponíveis para contribuir para a mesma causa. Depois de um breve período de actualidades e comunicações, em que usaram da palavra os companheiros Américo Simões, Fernando Xavier, Manuel José Oliveira e Francisco Zamith, o anfitrião Abel Silva agradeceu de forma sentida a presença de todos, manifestando desde logo o desejo de voltar a receber o clube nos anos vindouros. Perspicaz e sempre atento, como é seu timbre, Abel Silva aproveitou para lembrar a votação que está a decorrer até ao dia 7 de Julho próximo para a eleição das 7 Maravilhas de Portugal, em que o Castelo de Guimarães aparece como um dos 21 finalistas. Demonstrando uma enorme paixão pela história de Guimarães, visceralmente ligada à história de Portugal, Abel Silva revelou o seu voto no Castelo de Guimarães como uma das 7 Maravilhas de Portugal, por considerar o monumento mais representativo da época medieval portuguesa e do nascimento de Portugal, cuja construção, remontando a meados do Sec. X e ao tempo de Mumadona Dias, visou defender o Mosteiro de Santa Maria de Guimarães dos ataques normandos e muçulmanos. Antes de terminar a reunião, viveram-se bons momentos de convívio e de companheirismo, com a participação sempre animada de algumas esposas dos companheiros presentes. A.J.T. |
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| Ano Rotário 2006 / 2007 | |||||
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Reunião de 10 de Fevereiro de 2007 |
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ROTARY CLUB DE GUIMARÃES
SOLIDARIEDADE COM ENCANTO
O Rotary Club de Guimarães (RCGMR) promoveu, através da sua Avenida dos Serviços à Comunidade, dirigida pelo companheiro Agostinho Gonçalves, um jantar de solidariedade destinado à angariação de fundos para o seu Banco de Cadeiras de Rodas, que se realizou no Hotel de Guimarães no passado dia 10. Tratou-se de um jantar que contou com a presença de muitos amigos e familiares convidados dos companheiros deste clube, bem como de alguns companheiros do Rotary Club de Senhora da Hora (Matosinhos), que fizeram questão de se associarem a esta iniciativa, com destaque para a presença do Past-Governador Diamantino Gomes e da sua esposa Teresinha de Jesus Fraga, actual presidente do Rotary Club de Senhora da Hora. Atenta a importância e escopo deste evento, o Presidente da Câmara de Guimarães fez-se representar pelo Dr. Costa e Silva, que, em breves palavras proferidas no decurso do jantar, enalteceu o excelente serviço à comunidade que o Rotary Club de Guimarães tem vindo a prestar, com a cedência, temporária e gratuita, de dezenas de cadeiras de rodas a todos aqueles que, pelas mais variadas razões, delas necessitam. O Banco de Cadeiras de Rodas do Rotary Club de Guimarães foi criado em Novembro de 1994, ao abrigo de um protocolo adrede celebrado com a Santa Casa de Misericórdia de Guimarães, mas revogado em Novembro de 2006 na sequência da cedência que o RCGMR fez à Santa Casa de Misericórdia de Guimarães, a título gratuito e definitivo, de doze cadeiras de rodas que lhe havia emprestado no âmbito desse mesmo protocolo. Inicialmente vocacionado para as pessoas mais carenciadas do concelho de Guimarães, o Banco de Cadeiras de Rodas do RCGMR foi-se paulatinamente estendendo à comunidade em geral, estando actualmente a ser utilizadas 95 cadeiras de rodas. Dai a importância e oportunidade do jantar de angariação de fundo promovido pelo RCGMR, que permitirá ao clube a aquisição de novas cadeiras de rodas, bem como suportar os custos do seu transporte, depósito e manutenção. Para o final deste jantar de solidariedade o Presidente do Rotary Club de Guimarães, João Monteiro, tinha reservada uma agradável surpresa cultural, proporcionando a todos os presentes um concerto sinfónico oferecido pelo Coro da Associação de Pais do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, que se fez acompanhar por um ensemble de alunos deste mesmo conservatório e ainda com a presença especial do tenor David Moreira. Constituído em 1999, este coro tem como seu responsável artístico o maestro António Baptista, professor daquele conservatório e membro do Rotary Club de Braga Norte, que também imbuído de grande espírito solidário logo acedeu ao convite que lhe foi lançado pelo RCGMR para abrilhantar este evento de solidariedade. Em Dezembro de 2006, o Coro da Associação de Pais do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga interpretou com a Orquestra de Câmara de Braga a “Missa de Requiem K.626”, de W. A. Mozart, na Cripta do Santuário do Sameiro, em Braga, na primeira de uma série de apresentações desta peça que serão feitas ao longo deste ano, uma das quais terá lugar no renovado Theatro Circo de Braga, no dia 1 de Abril próximo. A.J.T.
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| Ano Rotário 2006 / 2007 | |||||
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Reunião de 8 de Fevereiro de 2007 |
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ROTARY CLUB DE GUIMARÃES OS DIREITO HUMANOS E O ROTARY O Companheiro Alberto Soares Carneiro, membro do Rotary Club de Paredes, foi o convidado de honra da 29ª reunião do Rotary Club de Guimarães (RCGMR), realizada no Hotel de Guimarães no pretérito dia 8. “Os Direitos do Homem e o Rotary” foi o tema sobre o qual Alberto Soares Carneiro se debruçou de forma cuidada e acutilante, perante muitos companheiros do Rotary Club de Guimarães e alguns jovens do Rotaract Club de Guimarães, cuja presença na reunião foi muito saudada por João Monteiro, Presidente do RCGMR. No seu momento, e depois de cumpridos os usuais momentos do protocolo e da secretaria, João Monteiro fez um resumo da sua participações em diversas visitas oficiais do Governador do Distrito 1970, Álvaro Gomes, concretamente ao R.C. de Vila Verde, ao R.C. das Taipas e ao R.C. de Fafe, tendo esta última coincidido com o XXV aniversário do Interact Club de Fafe. O presidente do Rotary Club de Guimarães aproveitou ainda para destacar o nível de assiduidade no clube no 1º semestre do ano rotário, que atingiu a cifra de 74,35%, no que constituiu uma maiores taxas de assiduidade no Distrito Rotário 1970. Como já se aflorou, esta reunião do Rotary Club de Guimarães foi dominada pela intervenção de Alberto Soares Carneiro, do Rotary Club de Paredes, sobre OS DIREITOS HUMANOS E O ROTARY. Alberto Soares Carneiro, advogado e docente de Direito Constitucional na Universidade Lusíada (Porto), é também o Presidente da Comissão Distrital de Relações Pública e Imagem, tendo sido um dos sócios fundadores do Rotary Club de Paredes, do qual já foi presidente, assumindo actualmente diversos cargos dentro do movimento rotário. Para Soares Carneiro os direito humanos podem ser vistos sob a perspectiva do direito natural (visão naturalista), correspondente aos direitos de todos os homens, em todos os lugares e em todo o tempo; sob a perspectiva internacionalista (visão universalista), correspondente aos direitos de todos os homens, em todos os lugares, mas num certo tempo; e sob a perspectiva estadual (visão constitucionalista), correspondente aos direitos de certos homens ou cidadãos de um estado, num certo tempo e num dado lugar. Ainda segundo este professor universitário, a Declaração Universal dos Direitos do Homem, adoptada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de Dezembro de 1048, representou o reconhecimento da dignidade da pessoa humana e a igualdade e inalienabilidade dos seus direitos, como fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo, promovendo ainda o respeito pelos direitos e liberdades das pessoas e adoptando medidas progressivas de carácter nacional e internacional. Embora não seja um documento que representa obrigatoriedade legal, serviu ainda assim como base para os dois tratados sobre direitos humanos da ONU, esses de força legal, como o Tratado Internacional dos Direitos Civis e Políticos e o Tratado Internacional dos Direitos Económicos, Sociais e Culturais. Na evolução histórica dos direitos humanos, Soares Carneiro aponta quatro estados ou gerações. A primeira geração de direitos humanos foi a dos direitos de liberdade (do Estado Liberal), defensora, além dos mais, da liberdade de propriedade, de deslocação e da vida privada, considerando sempre os direitos humanos numa perspectiva individualista. Numa segunda fase apareceram os direitos económicos, sociais e culturais (do Estado Social), em que se exige do Estado (da Grande Mãe) a garantia das prestações de saúde, segurança social, habitação e educação, fruto da interdependência criada pela concentração populacional em grandes aglomerados urbanos. Para Soares Carneiro a terceira geração de direitos humanos correspondem aos chamados direitos vagos, como o direito à existência e à autodeterminação dos povos, à paz e ao meio ambiente sadio, como exigências à vivência em comunidade. Por último, a quarta geração de direitos humanos diz respeitos aos direitos das minorias, centrados no direito à diferença, ao rendimento mínimo e à coesão social. Transpondo esta temática para o movimento rotário, Soares Carneiro é de opinião de que o Rotary Internacional em geral e o Distrito Rotário 1970 em particular, integrados por clubes de lideres profissionais, têm potencial, mais ainda não aproveitado, para desencadear grandes projectos com vista a atingir o ideal plasmado na Declaração Universal dos Direito do Homem. Mostrando-se neste particular algo critico perante a passividade do movimento rotário, Soares Carneiro deu vários exemplos de possível intervenção conjunta dos clubes rotários do Distrito 1970, como a erradicação da pobreza mundial, o ensino básico universal, a eliminação da disparidade entre os sexos no ensino primário e secundário e em todos os níveis de ensino, a redução da mortalidade de crianças menores de 5 anos, a melhoria da saúde materna, a redução da taxa de mortalidade materna, o combate à malária, ao HIV e a outras doenças, a garantia da sustentabilidade ambiental, o desenvolvimento de projectos de desparatização, de projectos eléctricos em zonas ainda não abastecidas de electricidade, de projectos de fertilização de terras nas zonas mais pobres, entre muitos outros, no que corresponde, de resto, aos principais objectivos de desenvolvimento do milénio que foram assumidos até 2015 por todos os Estados-Membros das Nações Unidas. A.J.T. |
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| Ano Rotário 2006 / 2007 | |||||
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Reunião de 1 de Fevereiro de 2007 |
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ROTARY CLUB DE GUIMARÃES
PAZ E COMPREENSÃO MUNDIAL
A 28ª reunião do Rotary Club de Guimarães (RCGMR), realizada no Hotel de Guimarães no pretérito dia 1, centrou-se na abordagem do tema “Paz e Compreensão Mundial”, a que Rotary Internacional dedica este mês. Esta reunião contou com a presença especial do Dr. Victor Sanfins, médico do serviço de cardiologia do Hospital Senhora da Oliveira, futuro membro do Rotary Club de Guimarães, cuja admissão formal será brevemente concretizada. João Monteiro, Presidente do RCGMR, congratulou-se pela entrada deste futuro sócio do clube, mostrando-se convicto de que o RCGMR sairá deveras enriquecido com esta nova entrada. Ainda no seu momento, João Monteiro deu conta da sua presença no jantar de angariação de fundos para a Casa da Amizade, promovido no passado dia 26 pelo Rotary Club de Vila Nova de Famalicão. João Monteiro terminou a sua intervenção destacando uma vez mais o Jantar de Solidariedade que o clube irá promover no próximo dia 10 de Fevereiro, pelas 20h30, no Hotel de Guimarães, destinado à angariação de fundos para o seu Banco de Cadeiras de Rodas. No período de actualidades e comunicação, o companheiro Fernando Neves divulgou pormenores da listagem definitiva dos bolseiros contemplados com bolsas de estudo da Fundação Rotária Portuguesa. O Past-Presidente Sílvio Ribeiro deu conta da sua presença, em representação do Rotary Club de Guimarães, na visita oficial que o Governador do Distrito 1970, Álvaro Gomes, fez ao Rotary Club de Valongo, na qual se fizeram representar muitos outros clubes, para além de individualidades locais e membros do Rotaract e Interact local. Luís Ferreira, secretário do RCGMR, deu a conhecer o lema escolhido pelo próximo Presidente eleito do Rotary Internacional para o ano rotário de 2007-2008, Wilfrid J. Wilkinson, por ocasião da cerimónia de abertura da assembleia internacional de 2007: ROTARY COMPARTILHA (Rotary Shares). Para Wilkinson “O que faz do Rotary uma grande organização é o amor manifestado através do trabalho de nossas mãos e mentes". Quase tudo em Rotary envolve a noção de compartilhar, disse Wilkinson a mais de 500 governadores eleitos de distrito reunidos em San Diego, Califórnia, EUA. "Compartilhemos o nosso tempo, o nosso talento e o nosso dinheiro com todos aqueles que precisam de ajuda”, referiu Wilkinson, acrestando que "no Rotary, compartilhar não significa dar o que se tem de sobra, dar o que não se quer mais. Compartilhar significa dar de si mesmo, sem egoísmo, para o bem de todos". O mês de Fevereiro é habitualmente dedicado pelo Rotary Internacional à “Paz e Compreensão Mundial”, tema sobre o qual o companheiro Januário Correia teceu aprofundadas considerações. Para este membro do Rotary Club de Guimarães a “PAZ” não será mais do que uma utopia, por isso difícil de alcançar, mas “é com perseverança, tolerância, muito trabalho e dedicação que aquele objectivo tão elevado nos manterá mobilizados no seu sentido último, sem desfalecimentos, sem azedumes e numa tentativa constante de o atingir como fim primordial do nosso movimento”. Segundo Januário Correia, foi só no período da I Guerra Mundial que o movimento rotário decidiu lançar a ideia de que o Rotary poderia ser também um instrumento de Paz e de Boa Vontade, tendo sido criada na Convenção de 1920, em Atlantic City (EUA), uma comissão encarregue de fazer da PAZ um dos objectivos de Rotary. De resto, como asseverou este palestrante, o Rotary Internacional assumiu um papel relevante na criação da Declaração Universal dos Direitos do Homem de 1948, tendo o movimento estado também representado, como observador, no encontro que em Abril de 1945 viria a dar origem à ONU. Mas não só: o Rotary Internacional marcou também presença assinalável junto de outras organizações mundiais, tais como a UNESCO, o Banco Mundial e o Conselho da Europa, sempre com o escopo da obtenção da paz e da compreensão mundial. Ainda segundo Januário Correia, o papel contínuo de mediação de muitos conflitos que o Rotary Internacional tem desempenhado esbarra em muitas barreiras difíceis de ultrapassar, tais como a fome, a falta de assistência médica, a falta de educação, falta de condições básicas de higiene e saneamento, falta de tolerância, falta de compreensão, racismo, entre muitos outros, mas que o movimento rotário procura permanentemente fazer diminuir através dos seus múltiplos programas em todo o mundo, de que são exemplo os seus programas educacionais (com atribuição de bolsas de estudo, subsídios para professores universitários, intercâmbio de grupos de estudo, estudos internacionais sobre a paz e mestrados), os programas humanitários (com atribuição de subsídios para projectos de cariz estritamente humanitário para as mais básicas necessidades humanas), e os programas culturais, suportados por um vasto leque de fundos criados no seio do movimento rotário, que se tem revelado fulcrais ao longo de mais de cem anos para a PAZ E COMPREENSÃO MUNDIAL. A.J.T. |
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| Ano Rotário 2006 / 2007 | |||||
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Reunião de 18 de Janeiro de 2007 |
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ROTARY CLUB DE GUIMARÃES CONSCIENCIALIZAÇÃO ROTÁRIA No mês dedicado pelo Rotary Internacional à “Consciencialização Rotária”, o Rotary Club de Guimarães (RCGMR) centrou neste tema a sua última reunião, realizada no pretérito dia 18 no Hotel de Guimarães, sobre o qual se debruçou de forma primorosa o companheiro António Ribeiro, um dos sócios mais antigos deste clube vimaranense. Cumprido o protocolo e divulgada a abundante secretaria, João Monteiro, Presidente do Rotary Club de Guimarães, deu conta da sua ida ao Rotary Club de Matosinhos, por ocasião da visita oficial que o Governador do Distrito 1970, Álvaro Gomes, fez a este clube matosinhense, bem como da indicação do companheiro Manuel Ressurreição Cordeiro, do Rotary Club de Vila Real, como Governador do Distrito 1970 para o ano rotário de 2009/2010. Ainda no seu momento, João Monteiro, aludiu ao III Congresso da Fundação Rotária Portuguesa (FRP) que irá realizar-se na cidade do Porto nos dias 20, 21 e 22 de Abril próximo sob o lema “O Exemplo do Passado. Os Desafios do Futuro”, relegando para o companheiro José Neves, delegado do RCGMR à FRP, a divulgação do respectivo programa detalhado. João Monteiro deu ainda a conhecer o convite que o clube recebeu para integrar o Conselho Local de Acção Social, que tem como Presidente o Dr. António Magalhães, criado no âmbito do D.L. nº 115/2006, de 14.06. Antes de terminar a sua intervenção, o Presidente do Rotary Club de Guimarães, voltou a destacar o Jantar de Solidariedade que o clube irá promover no dia 10 de Fevereiro, pelas 20h30, no Hotel de Guimarães, destinado à angariação de fundos para o seu Banco de Cadeiras de Rodas, persuadindo todos os companheiros a convidar os seus familiares e amigos para participarem neste jantar. No período de actualidades e comunicação, o companheiro Abel Silva aludiu à sua preferência quanto àquele que, no seu entender, deverá ser escolhido pelos Portugueses como o maior português de todos os tempos, em debate no programa da RTP “Os Grandes Portugueses”, que tem já em curso o período de votação para a eleição do maior português de sempre, conhecidos que estão os dez finalistas. Abel Silva, secundado pelo companheiro José Guimarães, defendeu de forma apaixonada e fortemente vincada o voto no Rei D. Afonso Henriques, por estar não só visceralmente ligado a Guimarães, mas também pela bravura e coragem demonstradas em 1128 ao lutar contra a sua mãe, D. Teresa, e seu aliado, o conde Galego Fernão Peres de Trava, no campo de S. Mamede, junto ao Castelo de Guimarães, e que culminou na derrota do exercito galego, naquele dia 24 de Junho de 1128, que viria a ser comummente designado como o dia 1 de Portugal. Para reforçar a sua convicção, Abel Silva entregou ao Presidente do Rotary Club de Guimarães uma cópia da Bula do Papa Alexandre III, que em 13 de Abril de 1179 reconhece o reino de Portugal e como seu rei D. Afonso Henriques, e cujo original está no Arquivo Nacional da Torre do Tombo. O companheiro Fernando Neves, delegado do clube à F.R.P., revelou mais em pormenor os aspectos essenciais do III Congresso da FRP, que decorrerá no Porto no próximo mês de Abril, destacando os quatro painéis em análise (bolsas e prémios, como, para quê e para quem?; o papel da FRP no apoio aos clubes e às governadorias; o papel da FRP na educação permanente; e as novas formas de intervenção no apoio à juventude), incentivando os companheiros a discutirem estes temas e a apresentarem teses ao congresso. O companheiro Sérgio Pouzada destacou a recente iniciativa levada a cabo pelo Rotaract Club de Guimarães, ao promover uma série de debates no sobre a “Interrupção Voluntária da Gravidez”, que decorreu de forma muito participativa e interessante num auditório repleto do Pólo de Azurém, Guimarães, da Universidade do Minho, com participação de defensores do NÂO e do SIM, tal como foi testemunhado pelo companheiro Manuel Machado. Uma das muitas ideias e louváveis iniciativas que o Rotaract Club de Guimarães tem levado a cabo desde a sua reactivação o ano passado, de resto bem assinaladas no seu blog http://rotaractclubguimaraes.blogspot.com/. A Conciencialização Rotária foi o tema sobre o qual se debruçou de forma singela e objectiva o companheiro António Ribeiro, cujas ideias força se centraram na necessidade premente que cada rotário deve ter em fazer um exercício constante de introspecção quanto ao seu papel como actor sócio-rotário. Ser Rotário vai muito para além do papel de mero sócio de um clube que muitos rotários julgam, erradamente, ser suficiente. Para António Ribeiro, a crise por que poderá ciclicamente passar o movimento rotário não está nos clubes, enquanto estrutura mais ou menos organizada, mas no próprio rotário, que teima em não querer apreender a vivência rotária e os grandes e imutáveis princípios que a regem há mais de um século, limitando-se, muitos deles, a serem meros sócios, como se de um mero clube de bairro se tratasse. Ainda segundo António Ribeiro, a Prova Quádrupla - criada em 1932 pelo Rotário Herbert J. Taylor (com base na qual salvou da falência uma empresa sediada em Chicago, a Club Aluminium Company): 1 - é a verdade ?; 2 - é justo para todos os interessados ?; 3 - criará boa vontade e melhores amizades ? 4 - será benéfico para todos os interessados ? -, que na opinião de alguns estaria desajustada à realidade do século XXI, continua a encerrar uma axiologia intocável, alicerçada nos conceitos ou valores da amizade, da solidariedade, da verdade e da justiça, sem observância dos quais a sociedade tenderá para a sua auto-aniquilação. A.J.T. |
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| Ano Rotário 2006 / 2007 | |||||
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Reunião de 13 de Janeiro de 2007 |
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ROTARY CLUB DE GUIMARÃES
VISITA PROFISSINAL À FÁBRICA DAS ÁGUAS DE CARVALHELHOS, S.A.
Numa iniciativa da sua Avenida dos Serviços Profissionais, o Rotary Club de Guimarães deslocou-se no passado sábado, dia 13, à fábrica das Águas de Carvalhelhos, S.A., no concelho de Boticas, para onde transferiu a sua reunião semanal. Acedendo ao convite de Manuel Nascimento, o “patrão” das Águas de Carvalhelhos, e em estrita colaboração com o Companheiro António Lopes, profundo conhecedor do mercado da distribuição de águas, o Rotary Club de Guimarães não deixou escapar esta excelente oportunidade de ficar a conhecer em pormenor uma moderna fábrica de engarrafamento de água mineral em garrafas de plástico e de vidro. A fábrica das Águas de Carvalhelhos fica situada no concelho de Boticas, a 30 km da cidade de Chaves e a 500 metros de altitude, perto da qual se pode desfrutar de uma acolhedora pousada e de um complexo termal recentemente renovado, um verdadeiro recanto de frescura e de tranquilidade, cuja água termal é distribuída durante a estação termal num bebedouro com tecto de colmo. Conhecidas e consumidas há mais de cem anos, as águas de Carvalhelhos são indicadas para tratamentos de diversas doenças, designadamente dos rins, da pele, dos aparelhos digestivo e circulatório, das alergias, graças aos seus elementos de hiposalinos e hipotérmicos, bicarbonato, sódio, flúor e sílica. Graças a um débito constante da fonte que garante 10000 litros de água por dia A fábrica de Carvalhelhos, abastecida por uma fonte que garante 10000 litros de água por dia, fornece todo o mercado português e ainda o mercado brasileiro, estando na calha a paulatina retoma das exportações para Moçambique, quase três décadas depois de ter abandonado este mercado africano. Depois de uma viagem tranquila de autocarro desde Guimarães até Carvalhelhos, os companheiros do Rotary Club de Guimarães, alguns dos quais acompanhados pelas respectivas esposas, puderam saborear alguma gastronomia local, num almoço muito animado e de grande companheirismo, findo o qual foram simpaticamente guiados pelo Eng. Gomes por todo o moderno complexo fabril das águas de Carvalhelhos. Tratou-se de uma excelente oportunidade para ficarem a conhecer de perto todo processamento de fabrico das garrafas até ao seu enchimento, embalamento e armazenamento, num processo totalmente mecanizado, numa tarde de sol e magnifica paisagem natural. A.J.T. |
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| Ano Rotário 2006 / 2007 | |||||
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Reunião de 4 de Janeiro de 2007 |
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ROTARY CLUB DE GUIMARÃES
O EMPRESÁRIO PROVINCIANO VERSUS EMPRESÁRIO DE LISBOA
Depois de uma semana de interregno, o Rotary Club de Guimarães voltou a reunir-se no Hotel de Guimarães para a sua 24ª reunião do ano rotário, dominada pela intervenção do companheiro Abel Silva, no âmbito da Avenida dos Serviços Profissionais. João Monteiro, Presidente do Rotary Club de Guimarães começou a reunião por divulgar alguns pormenores do jantar de solidariedade que se irá realizar no Hotel de Guimarães, no dia 10 do próximo mês de Fevereiro, no âmbito da Avenida dos Serviços à Comunidade. Tratar-se-á de um jantar festivo de angariação de fundos para o Banco de Cadeira de Rodas do clube, para o qual João Monteiro convida todos aqueles que, imbuídos de um espírito de solidariedade e de desprendimento, queiram ajudar o clube a angariar fundos para que se possa aumentar o espólio de cadeiras de rodas e desta forma servir cada vez mais pessoas. O Banco de Cadeira de Rodas do Rotary Club de Guimarães representa uma das suas grandes bandeiras, tendo ao longo de muitos anos servido a população mais carenciada, com a cedência de cadeiras de rodas a pessoas necessitadas, a título de comodato, no que constitui um avultado investimento do clube, resultante da aquisição, transporte, depósito e manutenção das dezenas de cadeiras de que o clube dispõe. João Monteiro aproveitou ainda para falar sobre a visita que o clube irá fazer ao Rotary Club de Jonzac, França, no final do próximo mês de Abril, bem como sobre a XIV Conferência do Distrito 1970, que decorrerá em Viseu nos dias 18, 19 e 20 de Maio deste ano. No período de actualidades e comunicações, usaram da palavra diversos companheiros, tendo o companheiro António Lopes realçado alguns aspectos da visita profissional que o clube, através da sua Avenida dos Serviços Profissionais, irá fazer à fabrica das águas de Carvalhelhos, em Boticas, já no próximo Sábado, no que constituirá uma boa oportunidade para muitos companheiros conhecerem de perto uma das empresas de referência no nosso pais. O companheiro José Neves deu novo realce ao Banco Alimentar do clube que nesta época especial de Natal contribuiu para alimentar muitas famílias, atenuando um pouco a miséria em que as mesmas sobrevivem. O companheiro Abel Silva escolheu como tema da sua dissertação a diferenciação, passada e actual, entre o empresário dito “provinciano” e o empresário Lisboeta ou, mais concretamente, entre um empresário Vimaranense e um empresário Lisboeta. Para Abel Silva, empresário/industrial experimentado, recentemente aposentado, sempre que, no passado, era necessário obter qualquer financiamento ou apoio bancário para os investimentos empresariais, sempre que se pretendia adquirir maquinaria estrangeira, sempre que era necessário negociar importações e exportações de diversa índole, sempre que era necessário obter licenças de importação de matérias primas, sempre que se pretendia aderir a diversos concursos públicos, era absolutamente vital que o empresário se deslocasse sempre a Lisboa, centro nevrálgico de todas as decisões. No entender de Abel Silva, a força centralizadora e decisória de Lisboa foi-se esmorecendo com a entrada de Portugal para a União Europeia, altura a partir da qual se foram descentralizando muitos serviços para o norte do pais, sobretudo na cidade do Porto, tendo as grandes empresas passado a criar também diversos escritórios em algumas capitais de distrito. Lançado o mote, seguiu-se uma interessante troca de opiniões, de onde resultou a conclusão mais ou menos vincada de que pese embora a evolução dos nossos mercados, a amplitude do tecido empresarial nacional e a inevitável abertura dos mercados além fronteiras, tudo continua a estar ainda demasiadamente centralizado na capital, grande centro aglutinador do mercado, o que levou a que muitas empresas, mesmo de Guimarães, tivessem necessidade de abrir escritórios em Lisboa, de onde passaram a gerir os seus negócios. A.J.T. |
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